sábado, 8 de julho de 2017

Gostosa e perigosa! Luana Don: musa, modelo, repórter, advogada e agora presidiária

Procurada - Luana de Almeida Domingos, a Luana Don: oito meses foragida (///Divulgação)

Paulistana, filha de classe média alta, ela estava foragida havia oito meses e foi presa em Ilhabela acusada de envolvimento com a facção criminosa PCC


Quando, por volta de 2009, ela advogava para uma empresa de engenharia de Alphaville, em São Paulo, era a “doutora Luana”. Entre 2012 e 2015, contratada pelo SuperPop, da RedeTV!, virou “Luana Don”, a “repórter” sexy e cheia de curvas do programa comandado por Luciana Gimenez. Não se sabe exatamente desde quando, porém, Luana de Almeida Domingos, de 32 anos, assumiu uma nova identidade: “Carla”, o codinome que, segundo a polícia, ela usava na qualidade de integrante do núcleo de advogados que presta serviços à organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). PUBLICIDADE Paulistana de classe média alta, filha de um arquiteto e de uma dentista e formada em direito pela Faap, Luana era procurada pela polícia desde o ano passado, quando teve sua prisão preventiva decretada na Operação Ethos. Passou oito meses foragida, até ser presa na terça-feira — escondida na casa de um tio, em Ilhabela, no litoral de São Paulo.


Fatalidade! Batida frontal entre carros deixa três mortos em rodovia baiana


Três pessoas morreram e um homem ficou ferido em uma violenta batida frontal entre dois carros, na manhã deste sábado (8), na BR-020, no trecho do distrito de Roda Velha, no município de São Desidério, oeste da Bahia. As informações são da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Conforme a PRF, o motorista de um dos veículos e uma mulher que estava no banco da frente morreram no local. O corpo do condutor precisou ser resgatado das ferragens pelo Corpo de Bombeiros. O passageiro que estava no banco de trás do veículo teve ferimentos, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Luís Eduardo Magalhães, mas não resistiu e morreu. O homem que dirigia o segundo carro também teve ferimentos e foi levado pelo Samu para o Hospital de Barreiras. Os corpos das vítimas também foram levados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Barreiras. Segundo a polícia, um dos veículos invadiu a faixa contrária e bateu no outro carro envolvido no acidente. Uma perícia foi realizada no local e deve apontar as causas do acidente. *Com informações do G1/BA


Feminicídio: Jovem de 16 anos é morta pelo companheiro no interior da Bahia e enterrada no quintal de casa


A jovem de 16 anos foi encontrada morta na sexta-feira (8), na cidade de Correntina, oeste da Bahia, após ter desaparecido desde a quarta-feira (5), de acordo com a Polícia Civil. O suspeito do crime, companheiro da vítima, foi preso em flagrante após confessar o crime e dizer à polícia onde que enterrou o corpo da garota no quintal da casa onde o casal morava. O delegado de Correntina, Marcelo Calçada, disse que a polícia foi comunicada sobre o desaparecimento pela mãe da garota na quarta-feira. Ela tinha sido vista pela última vez quando chegou em casa após ir ao colégio, na noite de terça-feira. “O companheiro alegou que eles tiveram discussão e que ela teria dito que foi dormir na casa da irmã, mas não foi. Ouvimos testemunhas e tivemos suspeita. Ontem [sexta-feira, 7] esclarecemos que foi o companheiro que a matou, na quarta-feira pela manhã, na casa em que viviam. Ela foi morta a facadas”, diz o delegado. Ouvido mais uma vez pela polícia na sexta-feira, o suspeito acabou confessando o crime e alegou que matou a companheira por ciúme, porque suspeitava que a vítima tinha outro relacionamento. Ele foi preso em flagrante por ocultação de cadáver e feminicídio. A polícia também pediu a prisão preventiva do suspeito. De acordo com o delegado, os dois moravam juntos há cerca de quatro anos e tinham um filho de um ano e 4 meses. O suspeito foi levado para a Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin) de Santa Maria da Vitória. O corpo da garota foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Bom Jesus da Lapa. // G1 Bahia.

Judiciário: Suposto vazamento de votos de relatores em processos seria foco da operação no TJ-BA

Foto: Nei Pinto


Com a deflagração da Operação Vortigern na sede do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), nesta sexta-feira (7), informações dão conta de que a Polícia Federal (PF) apreendeu computadores e cumpriu quatro mandados de condução coercitiva no local. A autorização partiu do ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), sem passar pela Justiça Federal da Bahia, o que indica que entre os alvos da operação há ao menos um desembargador – os magistrados têm foro privilegiado no STJ. Uma fonte do Bahia Notícias afirmou que a suspeita é de que a investigação apure o suposto vazamento de votos dos relatores dos processos em troca de vantagens. É prática comum que os relatores disponibilizem seus pareceres, dias antes da sessão de julgamento, a fim de que os magistrados tomem conhecimento do processo e, caso necessário, possam se declarar suspeitos ou impedidos para julgar tal situação. O que ocorre é que esses votos, acessíveis apenas aos desembargadores da corte por meio de senha, teriam sido vazados para as partes dos processos. Assim, a suspeita é de que a PF investiga nos gabinetes do TJ-BA o envolvimento de magistrados no repasse desses relatórios (veja aqui). por Ailma Teixeira

Privilégios! Justiça cara e lenta: TJ-BA paga despesas de desembargadores em hotel de luxo para evento em Imbassaí


E vão fechar 23 comarcas, alegando que seria pra "diminuir gastos"... só o povo é quem paga a conta!


Despesas de hospedagem e alimentação dos desembargadores interessados em participar do Encontro de Magistrados da Bahia serão custeadas pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJ-BA). A informação foi estampada em convite assinado pela presidente da Corte, desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago. Agendado para o período de 10 a 12 de agosto, o evento será no Hotel Grand Palladium Resort & Spa, em Imbassaí. Em período de baixa temporada, a diária para três noites em suíte dupla custa R$ 3.924,00 – valor apresentado no site do hotel. No convite, a Corte informa ainda que o valor negociado foi estendido para o domingo, dia 12, a fim de beneficiar os desembargadores que queiram estender sua permanência no hotel. Esse mesmo encontro vai contar com palestra do professor e historiador Leandro Karnal, contratado por R$ 40 mil com dispensa de licitação. O TJ-BA justificou que a dispensa ocorreu dentro dos termos legais após aprovação da Consultoria Jurídica da Corte, "em face do caráter personalíssimo do serviço contratado" (lembre aqui). Questionada pelo Bahia Notícias sobre qual foi o valor acordado para as diárias, a assessoria do TJ-BA não respondeu até a publicação desta matéria.

STF: Relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin recebe mensagem com ameaças

Foto: Carlos Moura/ SCO/ STF

Relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin recebeu recentemente uma mensagem com ameaças, de acordo com a coluna Radar On-line, da revista Veja. Apesar do conteúdo, Fachin não considerou que havia risco iminente e encaminhou o caso à segurança do STF, mas sem modificar sua atual rotina. Ainda segundo a publicação, o magistrado tem tomado precauções desde que se tornou relator da operação. Em uma tentativa de se preservar, Fachin tem evitado lugares públicos. Suas poucas ocasiões de convívio social são com os colegas de gabinete.

Gilmar Mendes continua contra a Ficha Limpa e derruba decisão do TRE e torna Marcão prefeito de Lençóis


Impunidade


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, concedeu uma liminar (decisão provisória) que suspende um acórdão do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) que proibia a posse do prefeito eleito de Lençóis, Marcos Airton Alves de Araújo, o Marcão (PRB). Por causa da decisão do TRE-BA, a cidade é comandada atualmente pelo presidente da Câmara de Vereadores, Flor Guia (PP). Marcão havia sido considerado inelegível com base na Lei da Ficha Limpa, porque teve as contas rejeitadas pela Câmara, no período em que foi prefeito da cidade, entre os anos de 2009 e 2012. O prefeito eleito argumentou ao TSE, entretanto, que o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) havia aprovado as contas, enquanto a Casa Legislativa editou três decretos para rejeitá-las. Ele também alegou ter obtido uma liminar em 19 de dezembro do ano passado, dia da diplomação, o que, segundo jurisprudência do TSE, acabaria com qualquer possibilidade de inelegibilidade. Segundo a Corte, qualquer fato novo que pode afastar a possibilidade de tornar candidatura inepta pode ocorrer até a diplomação. Na decisão, o ministro Gilmar Mendes acatou a argumentação da defesa de Marcão e disse que, ao utilizar os decretos legislativos para tornar o prefeito inelegível e não considerar a liminar obtida pelo candidato, o TRE violou uma jurisprudência do TSE. “A jurisprudência do TSE já se firmou no sentido de que o fato superveniente [posterior] que afasta a inelegibilidade não pode ser desconsiderado antes do encerramento do processo eleitoral, que se dá com o prazo final para diplomação dos eleitos”, sustentou Mendes. O processo será analisado agora pelo plenário da Corte. Apesar de a decisão ter sido liminar, o fato de o ministro calcá-la em um entendimento já firmado pela Corte fortalece a possibilidade de a decisão ser mantida pelos demais colegas.

STF: Celso de Mello derruba ação de Lewandowski e autoriza eleição no Amazonas

O ministro do STF Celso de Mello (Adriano Machado/Reuters)

Decano do STF restaurou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral que determina a realização de novas eleições para o governo estadual


O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na noite de quinta-feira que fosse restaurada integralmente a decisão tomada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que autorizava a realização de novas eleições para o governo estadual do Amazonas.

Em junho, o ministro Ricardo Lewandowski complicou ainda mais o cenário no estado ao suspender a realização de novas eleições, que estavam marcadas para 6 de agosto. A expectativa é de que o calendário seja mantido com a decisão de Mello. O ministro tomou a decisão em pleno recesso do Judiciário, já que a presidente do STF, Cármen Lúcia, declarou-se suspeita e o vice-presidente, Dias Toffoli, está fora do país. Dessa forma, o agravo regimental apresentado pela coligação encabeçada pelo senador Eduardo Braga (PMDB-AM) – derrotado nas eleições de 2014 – foi analisado por Mello, decano da Corte. Mello alegou questões processuais para derrubar a liminar concedida por Lewandowski, sob a alegação de que não caberia uma medida cautelar no caso antes que um recurso extraordinário fosse levado ao STF. “E, com maior razão, também falece competência a este Tribunal, quando se tratar de recurso extraordinário sequer interposto, como sucede na espécie, porque nem mesmo ainda julgados os cinco embargos de declaração opostos ao acórdão proferido pelo Tribunal Superior Eleitoral”, escreveu o ministro em sua decisão.

Julgamento 

 No dia 4 de maio, o TSE decidiu, por 5 a 2, pela cassação de José Melo (PROS) e do seu vice, Henrique Oliveira (Solidariedade), que na época ocupavam os cargos de governador e vice-governador do Amazonas, respectivamente. A acusação contra a chapa foi de compra de votos nas eleições de 2014. Em outubro de 2014, a Polícia Federal coordenou uma operação para apurar suspeitas de que pastores de igrejas evangélicas estariam sendo cooptados no comitê eleitoral de campanha de Melo com a finalidade de comprar votos. Na operação, realizada na véspera do segundo turno, foram apreendidos no comitê recibos e planilhas que mostram pagamentos de passagens aéreas, cestas básicas, conserto de carro de som e até construção de um túmulo. A decisão de afastar imediatamente o então governador do cargo, antes mesmo da publicação do acórdão, surpreendeu integrantes da Corte Eleitoral, entre eles o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, que não participou daquele julgamento. Devido à extensão territorial do estado, as eleições no Amazonas são consideradas uma das mais complexas no país. Há dificuldades logísticas para organizar o pleito, uma vez que as urnas são transportadas em barcos, aviões e caminhões, percorrendo milhares de quilômetros dentro da Floresta Amazônica. A eleição já tem nove candidatos no páreo. O presidente da Assembleia Legislativa, David Almeida (PSD), segue como governador interino. (Com Estadão Conteúdo)

Justiça Federal: Juízes são mais duros que Moro ao revisarem penas em 2ª instância

Os desembargadores federais João Pedro Gebran, Leandro Paulsen e Victor Laus, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) (Sylvio Sirangelo/TRF4/Divulgação)

VEJA analisou as 47 sentenças do 'juiz da Lava Jato' já examinadas no TRF4. Penas de Moro somam 398 anos de prisão; as da segunda instância, 487 anos


Em pouco mais de três anos de Operação Lava Jato, o juiz Sergio Moro, responsável pelos processos da investigação em primeira instância em Curitiba, concluiu 31 processos. Saíram de sua caneta condenações de 99 réus, entre os quais figuras outrora poderosas, como os ex-ministros petistas José Dirceu e Antonio Palocci e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB), além de empreiteiros do bilionário cartel que fraudava contratos na Petrobras, ex-diretores corruptos da estatal e operadores de pagamentos ilícitos. Toda decisão que o “juiz da Lava Jato” toma em primeira instância, contudo, é depois revisada, em segunda instância, pelos desembargadores do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF4) João Pedro Gebran Neto, relator da operação, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus, membros da 8ª Turma da Corte sediada em Porto Alegre. VEJA analisou as 47 condenações ou absolvições por Moro já examinadas no tribunal e concluiu que Gebran, Paulsen e Laus reverteram as decisões do juiz federal em apenas 19% das sentenças: cinco réus condenados em primeira instância foram inocentados por falta de provas, e, do contrário, quatro sentenças de Moro que absolveram acusados se tornaram condenações na alçada superior. Por outro lado, o trio referendou, em 72% dos casos (34 sentenças), as condenações determinadas pelo juiz. Em outros 9% (4 sentenças), o TRF4 manteve as absolvições definidas na 13ª Vara Federal de Curitiba. Os desembargadores concordam, na maioria das vezes, com as decisões de Moro em culpar ou inocentar um réu. Em 10 ocasiões, preservaram exatamente as mesmas penas estipuladas por ele. Em 70% das condenações mantidas, no entanto, Gebran, Poulsen e Laus fizeram ajustes: oito penas impostas pelo magistrado foram abrandadas e 16, agravadas. A reputação de “linha dura” da 8ª Turma do TRF4 se traduz na soma de 487 anos de prisão na Lava Jato determinados pelos desembargadores, ante os 398 anos decretados pelo juiz federal nos mesmos processos. Apesar das mãos mais pesadas, Gebran, Poulsen e Laus são mais lentos que Moro para concluir processos. O magistrado leva, em média, 8 meses e 24 dias, contados a partir da aceitação da denúncia, para assinar as sentenças; depois da remessa dos autos da Justiça Federal do Paraná ao TRF4, o tribunal demora, em média, um ano, um mês e 15 dias para decidir as apelações contra condenações por Moro.

Os motivos para esticar e encolher penas - Para aumentar as penas determinadas por Moro, os desembargadores se valem, sobretudo, de duas interpretações judiciais: a chamada “culpabilidade negativa”, que conclui por uma participação intensa do réu no crime apesar de ele reunir condições sociais e intelectuais de reconhecer as ilegalidades e resistir, e o “concurso material” de crimes, que considera delitos semelhantes separadamente e soma as penas de cada um. Utilizadas para anabolizar as penas de 14 réus na segunda instância, incluindo o empreiteiro Gerson Almada (de 19 anos para 34 anos e 20 dias) e o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró (de 12 anos, 3 meses e 10 dias para 27 anos e 4 meses), essas concepções fizeram de Renato Duque um campeão na modalidade. Condenado a 20 anos e 8 meses de prisão por Moro, ele terminou o julgamento no TRF4, há duas semanas, com 43 anos e 9 meses de prisão a cumprir pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa. O problema para Duque foi que, ao contrário de Moro, os desembargadores desmembraram os crimes de corrupção de que ele era acusado. Só por essas infrações, o ex-diretor da Petrobras foi sentenciado a 32 anos de prisão no tribunal. Entre os casos de encolhimento na segunda instância das sanções aplicadas por Sergio Moro, as principais causas são absolvições parciais, ou seja, o réu continua culpado por alguns crimes, mas é inocentado de outros. O executivo da OAS José Ricardo Breghirolli foi condenado a 11 anos de prisão por Moro pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele viu sua pena minguar a 4 anos e 1 mês de cadeia em regime semiaberto porque, por unanimidade, os desembargadores consideraram prejudicada a denúncia por lavagem e o absolveram.

Além de Breghirolli, beneficiaram-se de absolvições parciais e tiveram penas reduzidas a doleira Nelma Kodama (de 18 anos para 15 anos), seu ex-motorista Cleverson Coelho (de 5 anos e 10 dias para 3 anos e 6 meses), o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa (de 7 anos e 6 meses para 6 anos) e o ex-deputado federal Luiz Argolo (de 11 anos e 11 meses para 12 anos e 8 meses).

As decisões de Moro revertidas - Nos cinco casos em que o TRF4 absolveu réus sentenciados por Moro, a explicação foi a mesma: falta de provas. Ao inocentarem o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, condenado por Moro a 15 anos e 4 meses de prisão, Leandro Paulsen e Victor Laus consideraram que, apesar de seis delatores premiados o terem incriminado, os depoimentos não traziam provas. O relator, João Pedro Gebran, deu razão ao juiz, para quem havia “um todo coerente”, mas foi voto vencido. Argumento similar livrou Mateus Sá Coutinho e Fernando Stremel Andrade, ambos ex-executivos da empreiteira OAS. Se o TRF4 mantiver a lógica das decisões, Antonio Palocci pode apostar suas fichas em uma absolvição aos moldes das de Vaccari, Coutinho e Andrade. No final de junho, ele foi condenado na primeira instância a 12 anos, dois meses e 20 dias de prisão com base, sobretudo, em depoimentos de delatores. Os outros absolvidos no TRF4 foram André Catão de Miranda, ex-gerente do Posto da Torre, berço da Lava Jato em Brasília, e Maria Dirce Panasso, mãe de Nelma Kodama. Miranda foi inocentado por Poulsen e Laus, que rejeitaram como provas mensagens telefônicas consideradas por Moro para condená-lo por lavagem de dinheiro. Sobre Maria Dirce, o juiz concluiu que ela cedeu seu nome conscientemente à abertura de empresas utilizadas por Nelma para lavar dinheiro. A 8ª Turma do TRF4 entendeu, por unanimidade, que era “plausível” que ela ignorasse as fraudes. Do contrário, Adarico Negromonte, absolvido por Moro por falta de provas, acabou condenado no TRF4 a 3 anos e 6 meses no regime semiaberto pelo crime de pertinência a organização criminosa. O magistrado também deixou de condenar Waldomiro de Oliveira, funcionário de Alberto Youssef, em três processos diferentes por lavagem de dinheiro. Oliveira foi considerado culpado na segunda instância em todos, com um total de 20 anos e 3 meses em penas de prisão.

Os juízes que podem barrar Lula - As decisões dos desembargadores do TRF4 na Lava Jato ganham ainda mais peso a partir de duas premissas: a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que permite o cumprimento de pena a partir da segunda instância, e a Lei da Ficha Limpa, que impede candidaturas em eleições de condenados nesta jurisdição. É nestas circunstâncias que João Pedro Gebran, Leandro Paulsen e Victor Laus devem ser levados ao centro do debate político-eleitoral em 2018. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, líder das pesquisas eleitorais à Presidência da República, é réu em duas ações penais na Justiça Federal do Paraná e, caso seja condenado ou absolvido por Moro, pode caber aos desembargadores decidir se o petista poderá ou não concorrer ao Palácio do Planalto. A primeira decisão de Moro sobre o petista, no processo do tríplex do Guarujá, está prestes a ser finalizada. Não se sabe quando o juiz federal enviará os autos da ação ao TRF4, mas, considerando a média de um ano, um mês e 15 dias de decisão dos desembargadores a partir da remessa, é possível que o julgamento na segunda instância se dê às vésperas ou em meio à campanha eleitoral de 2018. O especialista em direito eleitoral Alberto Rollo diz que, “a partir do momento em que houver a condenação [na segunda instância], Lula estará inelegível”. Rollo pondera, contudo, que a possível condenação no TRF4 não afastará o ex-presidente imediatamente da disputa se o registro de sua candidatura já tiver sido permitido em definitivo pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Neste cenário, apenas um processo de “inelegibilidade superveniente”, que costuma ser alongado, poderia afetar a candidatura de Lula. Caso o petista seja condenado antes da aprovação do registro no TSE, sua defesa ainda poderia entrar com embargos de declaração, um tipo de recurso, para estender o julgamento.

Operação Gabarito: Polícia divulga lista de concursos com suspeita de fraude





A lista de concursos com suspeita de fraude investigados pela Operação Gabarito, que foi deflagrada há pouco mais de dois meses, foi divulgada neste sábado (8) pela Polícia Civil da Paraíba. Segundo informações do delegado de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, Lucas Sá, foram identificados 93 concursos – destes, 81 foram divulgados e 12 estão sob sigilo. Há certames de outros estados na lista, incluindo na Bahia, como concursos da Universidade Federal da Bahia e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifba), além de concursos nacionais e o Exame Nacional do Ensino Médio de 2016 (clique aqui e confira a lista completa).  A operação já está em sua 4ª fase. Dois meses após a realização da 1ª fase, a polícia paraibana identificou um novo suspeito, que seria líder do esquema. A organização criminosa começou a ser investigada em fevereiro de 2017, após denúncias anônimas. Trinta e uma pessoas já foram presas – destas 23 tiveram a prisão mantida, três estão em prisão domiciliar e três respondem em liberdade. Mais de 100 pessoas, entre membros da quadrilha e candidatos de concursos são alvo da apuração. A investigação aponta que o grupo movimentou R$ 60 milhões com as fraudes nos últimos 12 anos. A organização vendia um “kit completo de aprovação” por um valor correspondente a até 10 vezes o salário pretendido pelo concorrente, chegando a quantia de R$ 150 mil. O kit incluía escutas e aparelhos de transmissão eletrônica.

Delator de primeira hora: As acusações de Eduardo Cunha contra Temer

(Cristiano Mariz/VEJA)

O objetivo da delação de Cunha - A nova delação do fim do mundo terá acusações contra 50 deputados


No acordo que negocia com a Lava-Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha promete contar histórias desabonadoras que envolvem pelo menos meia centena de parlamentares – a maioria ,destinatária de propinas de esquemas montados em estatais e fundos de pensão. Entre os relatos, há também casos de deputados que o procuraram às vésperas de sua cassação, em setembro de 2016, para oferecer o voto em troca de pagamento – um deles pediu 1 milhão de reais para ajudar a livrá-lo no Conselho de ÉticaNo acordo que negocia com a Lava-Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha promete contar histórias desabonadoras que envolvem pelo menos meia centena de parlamentares – a maioria ,destinatária de propinas de esquemas montados em estatais e fundos de pensão. Entre os relatos, há também casos de deputados que o procuraram às vésperas de sua cassação, em setembro de 2016, para oferecer o voto em troca de pagamento – um deles pediu 1 milhão de reais para ajudar a livrá-lo no Conselho de Ética.

O presidente Michel Temer deve ser apontado pelo ex-deputado Eduardo Cunha como o 'verdadeiro chefe' da quadrilha do PMDB na Câmara (Sergio Lima/AFP)


“O objetivo é provar que ele [Eduardo Cunha] desempenhava apenas uma função dentro de uma organização criminosa, composta por líderes do PMDB da Câmara e comandada por Michel Temer.”
Foi o que disse à Veja uma fonte envolvida na negociação do acordo de delação premiada do ex-deputado.


Por razões óbvias, a parte relativa ao presidente Michel Temer é considerada a mais vistosa da proposta de delação do ex-deputado Eduardo Cunha. Nos dez capítulos dedicados exclusivamente ao presidente, há acusações das mais diversas. Nas palavras de um interlocutor com quem tem conversado frequentemente, Cunha pretende demonstrar que o presidente da República é o “verdadeiro chefe” da organização criminosa formada pelo chamado “PMDB da Câmara”. Ele se dispõe a revelar negociações de propinas ocorridas na presença de Temer.
No rascunho da delação, Cunha relacionou Michel Temer a negócios escusos na Petrobras, especialmente na área internacional da estatal, onde foram alojados executivos indicados pelo presidente. Ele também liga o Temer a propinas pagas por empresas que atuam no setor de aeroportos e no Porto de Santos, ambos comandados, durante anos, por aliados do presidente – ao analisar arquivos encontrados no material apreendido com Cunha, por sinal, os investigadores da Lava-Jato encontraram um dossiê com informações sobre a atuação de Temer no porto do litoral paulista. “Tudo indica que, apesar de aliado, ele sempre desconfiou de Temer e guardava informações que poderiam ser usadas contra ele no futuro”, disse a VEJA um dos encarregados da investigação.
Integram ainda o cardápio da delação encontros entre o presidente e empreiteiros para discutir doações eleitorais ao PMDB atreladas à liberação de recursos do FI-FGTS, o fundo administrado pela Caixa que investe dinheiro dos trabalhadores em projetos de infraestrutura e cujas decisões cabiam, em grande medida, a apadrinhados do partido. Temer teria se reunido, por exemplo, com Benedicto Junior, executivo da Odebrecht, e com Léo Pinheiro, da OAS, para acertar doações em troca de aportes. Outro episódio que o ex-deputado prometeu relatar envolve um investimento na concessionária Via Rondon, uma das empresas da família Constantino, fundadora da companhia aérea Gol. Segundo Cunha, Temer deu o aval para que a empresa financiasse campanhas de políticos do PMDB como contrapartida à liberação do dinheiro. “O objetivo é provar que ele [Cunha] desempenhava apenas uma função dentro de uma organização criminosa, composta por líderes do PMDB da Câmara e comandada por Michel Temer”, diz outra fonte envolvida na negociação do acordo.
Além dos capítulos ofertados por Cunha, os procuradores já preparam uma lista de assuntos sobre os quais exigirão que o ex-deputado fale. Um deles envolve um emaranhado de empresas abertas pelo grupo de Cunha para receber propinas em paraísos fiscais. A Lava-Jato tem indicações de que essa é a ponta de um novelo que pode ligar Temer a contas secretas no exterior.

Os paraísos de Cunha e Temer


Além dos capítulos de delação premiada oferecidos por Eduardo Cunha, os procuradores já preparam uma lista de assuntos sobre os quais exigirão que o ex-deputado fale.
Um deles, segundo a Veja, envolve um emaranhado de empresas abertas pelo grupo de Cunha para receber propinas em paraísos fiscais.
"A Lava-Jato tem indicações de que essa é a ponta de um novelo que pode ligar Temer a contas secretas no exterior." 

No rascunho de sua delação, além de acusar Michel Temer de ter comprado seu silêncio, Eduardo Cunha relacionou o presidente, segundo a Veja:
– a negócios escusos na Petrobras, especialmente na área internacional da estatal, onde foram alojados executivos indicados pelo presidente.
– a propinas pagas por empresas que atuam no setor de aeroportos e no Porto de Santos, ambos comandados, durante anos, por aliados de Temer;
– a encontros com empreiteiros para discutir doações eleitorais ao PMDB atreladas à liberação de recursos do FI-FGTS, o fundo administrado pela Caixa que investe dinheiro dos trabalhadores em projetos de infraestrutura e cujas decisões cabiam, em grande medida, a apadrinhados do partido;
– a um aval para que a concessionária Via Rondon, uma das empresas da família Constantino, fundadora da companhia aérea Gol, financiasse campanhas de políticos do PMDB como contrapartida à liberação do dinheiro. 

Cunha, delator de primeira hora


Pelo volume e pela importância das informações de que dispõe, Eduardo Cunha ganhou preferência em relação ao doleiro Lúcio Funaro, segundo O Globo.
No novo cenário, as tratativas de Funaro para delação premiada estariam em segundo plano.
"O operador corre o risco de nem obter o acordo que esperava quando decidiu fazer colaboração. Sem outra alternativa, Funaro atuaria como colaborador, forneceria informações e determinados documentos. Em contrapartida, receberia benefícios previstos em lei, mas em escala menor que aqueles concedidos a delatores de primeira hora."

Acusações de Cunha deverão atingir deputados pró-Temer


Fora do núcleo central do governo, as acusações de Eduardo Cunha em delação premiada "deverão atingir deputados que, hoje, cerram fileiras para barrar a denúncia contra Temer na Câmara", segundo O Globo.
Parte dos grupos que dão apoio ao presidente hoje na Casa, "no passado recente se aglutinavam em torno de Cunha".

Os nomes da lista de Cunha


Além de Michel Temer, eis alguns nomes da lista de Eduardo Cunha, segundo fonte do Globo que acompanha de perto a negociação de delação do ex-presidente da Câmara:
– Moreira Franco, ministro da Secretaria-Geral da Presidência;
– Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil;
– Romero Jucá, senador do PMDB-RR;
– Geddel Vieira Lima, ex-ministro da Secretaria de Governo;
– Henrique Eduardo Alves, ex-ministro do Turismo.
Os dois últimos já estão presos, mas as confissões de Cunha poderão complicar ainda mais a situação deles.
"As acusações mais pesadas do ex-deputado recairiam, no entanto, sobre Temer e Moreira Franco. Esta parte da denúncia, aliás, é a que tornaria o acordo mais palatável ao Ministério Público Federal."

Cunha deverá citar 50 políticos em delação


O Globo:
"Além de fazer acusações contra o presidente Michel Temer, o ex-deputado Eduardo Cunha deverá citar em sua delação pelo menos 50 políticos, entre eles deputados, senadores e ministros do governo com quem manteve estreitas relações, especialmente durante a campanha que o levou a presidência da Câmara em 2015."
Radar:
"Por que Eduardo Cunha resolveu delatar de uma hora para outra? A dura vida do cárcere o esgotou. Além disso, ele tem dito que não suporta mais ser acusado de tudo sem poder rebater."
Nunca suportou.

MENOR MATA ACIDENTALMENTE PRIMO DE OITO ANOS COM TIRO DE ESPINGARDA NA ZONA RURAL DE ITIÚBA


Um menor de 10 anos atingiu acidentalmente com um tiro outra criança de 8 anos, na manhã desta sexta-feira (07), na Fazenda Coxo, zona rural de Itiúba. A criança morreu no local. O incidente aconteceu quando o autor dos disparos portava uma espingarda, na companhia do outro menor que ainda era primo, na referida Fazenda Coxo, que fica localizada há 18 km de distancia do Distrito de Piaus, o ocorrido segundo moradores, foi há aproximadamente 100 metros das residências dos menores, onde seguiam juntos com o objetivo de caçar na localidade, segundo informações de populares. A arma seria do pai do garoto que realizou o disparo. Portal Itiúba.Net - com informações de Renilson Ramos

Lava Jato: Palocci derrete Mantega

Guido Mantega montou uma espécie de central de venda de informações para o setor financeiro nos governos petistas.
Foi o que disse o ex-ministro Antônio Palocci em negociação de delação premiada, segundo a Folha.
"A sede seria o prédio do Ministério da Fazenda em São Paulo, na avenida Paulista, onde Mantega costumava despachar às sextas-feiras."

Palocci: Mantega trocava informações privilegiadas por apoio ao PT


O esquema de repasse de informações privilegiadas montado por Guido Mantega e revelado por Antônio Palocci funcionava da seguinte maneira, segundo a Folha:
– "Mantega antecipava dados a respeito de juros e edição de medidas provisórias, por exemplo, que eram de interesse de bancos, em troca de apoio ao PT."
– "Agentes do sistema financeiro tinham acesso antecipada ou privilegiadamente a dados importantes e, assim, podiam se preparar ou mesmo se proteger diante de medidas que afetariam o setor."
Quem tem acesso às investigações disse ao jornal que o esquema começou no governo Lula, em 2006, e seguiu durante o governo Dilma Rousseff, enquanto Mantega foi ministro, até 2015.
Mantega sucedeu Palocci na chefia da equipe econômica de Lula e os dois nunca se deram bem.

José Nêumanne Pinto | Delação de Mantega e Palocci é o susto da vez


Suspeito de assalto a bancos na Bahia encarou Cipe e Bope e morreu em confronto com a polícia; Ele estava foragido há 10 anos

Graer e Bope 

Foragido da Justiça há quase dez anos, José Eudes Pessoa Galdino foi localizado na tarde desta quinta-feira (6/7), na zona rural do município de Barreiras, a 860 km de Salvador. Um dos alvos mais procurados da polícia baiana por participação em violentos assaltos a bancos, ele entrou em confronto com os policiais e não resistiu aos ferimentos. Com ele foi apreendida uma pistola e vários documentos em nome de José Antônio Galdino Dias, nome falso que usava. Dentre os crimes atribuídos pela polícia ao suspeito estão diversos assaltos a bancos e carros de transportes de valores, como o Banco do Brasil de Irecê e de Bom Jesus da Lapa, e a base da empresa Prossegur em Barreiras. O crime em Bom Jesus da Lapa, inclusive, deixou os policiais militares Gilberto Lemos Silva Júnior, de 28 anos, e Everton Oliveira de Santana, 26, mortos. O crime aconteceu em janeiro de 2017. A descoberta da localização de Eudes foi feita em trabalho conjunto da Força Tarefa da Secretaria da Segurança Pública, do Comando de Policiamento Especializado, através do Batalhão de Operações Policiais Especiais, Grupamento Aéreo, Companhias Independentes de Policiamento Especializado da Chapada, Cerrado e Seminário e do Comando de Policiamento Regional da Chapada, além da Polícia Militar do Estado de Goiás. O material apreendido com ele foi apresentado na Delegacia de Barreiras.

Suspeito de assalto a bancos na Bahia morre em confronto com a polícia; Ele estava foragido há 10 anos


Descaso do Governo da Bahia: PONTO NOVO. O FIM ANUNCIADO DE UM GIGANTE


O Descaso do Governo da Bahia foi a principal causa desse final


Devido a questões climáticas, e consequentemente econômicas, o município de Ponto Novo sempre sofreu com a falta de emprego e oportunidades, fato que levava as pessoas ao êxodo aos grandes centros; o destino mais comum São Paulo e Goiás. Anos depois essa realidade estava mudando no município, a implantação de uma grande empresa o Sítio Barreiras, trouxe de volta a esperança de dias melhores. Ahhh, era uma empresa e tanto em Ponto Novo, economicamente pulsante, 650 funcionários, distribuindo o produto para todo o Brasil o Sitio Barreiras, se tornou orgulho de todo pontonovense e o maior gerador de empregos de toda a região A preocupação e a consciência social, fez com que a empresa participasse efetivamente da vida do município, apoiando projetos na educação, cujo objetivo era alcançar melhores índices de aprendizagem e conhecimento e consequentemente, melhorar os até então vergonhosos índices do IDEB. Existia uma parceria sólida entre a empresa e a gestão passada. Nos dois anos 2015 e 2016 da parceria Sítio Barreiras e Prefeitura, a empresa aplicou aproximadamente 600 mil reais na educação de Ponto Novo A administração atual, sempre usou o lema de que o Progresso voltaria a reinar em Ponto Novo, e vos pergunto o que a atual gestão fez para articular a permanência ou convencer as autoridades estaduais a manter a irrigação, ao menos para manter as culturas vivas? Em um passado recente, o Sítio Barreiras, foi reconhecida e premiada como a quarta melhor empresa da Bahia para trabalhar; a única do segmento agrícola a ser premiada. Grandes realizações, e a principal alternativa de geração de emprego de Ponto Novo. Hoje o Sítio Barreiras conta com apenas 20 funcionários, e praticamente dá adeus as suas atividades em Ponto Novo. O que a gestão dita como do Progresso, fez para intermediar essa situação? A população reconhece essa empresa que matou a saudades de muitas famílias, trazendo de volta o seus filhos para sua terra, trouxe de volta a dignidade das pessoas tirando o seu sustento. A marca de uma grande empresa os seus serviços prestados estará marcado pra sempre na historia de Ponto Novo. (fonte:Pontonovo.net)




Lula depõe na Justiça Federal em SP em ação em que Gleisi é ré

Lula chega para depor na Justiça Federal em São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo)
Lula depõe nesta sexta à Justiça Federal de SP em ação que tem Gleisi Hoffmann como ré



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva depôs na Justiça Federal de São Paulo na manhã desta sexta-feira (7). Ele é testemunha de defesa da senadora Gleisi Hoffmann, no processo em que ela é ré na Lava Jato. O depoimento estava marcado para começar 9h30. Lula foi o primeiro de três pessoas a prestar depoimento, segundo a assessoria do Fórum. O ex-presidente estava acompanhado do advogado Cristiano Zanin. Ele depôs por cerca de meia hora e saiu por volta de 10h, sem falar com a imprensa. Após Lula, quem depôs foi Ivo Correa, assessor especial de Gleisi quando ela chefiava o Ministério da Casa Civil. Beto Vasconcelos, ex-secretário da Casa Civil, que seria ouvido na sequência, foi dispensado. As testemunhas deixaram o fórum às 10h20. Os depoimentos foram colhidos pelo juiz Ricardo Rashid, designado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato. Gleisi, o marido e ex-ministro, Paulo Bernardo, e o empresário Ernesto Krugler, ligado ao casal, respondem por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo o processo no Supremo Tribunal Federal, Gleisi recebeu R$ 1 milhão desviados do esquema de corrupção na Petrobras para sua campanha eleitoral ao Senado em 2010. O dinheiro teria sido direcionado à campanha de Gleisi em quatro parcelas de R$ 250 mil. O repasse foi realizado, segundo a Procuradoria Geral da República (PGR), por meio de empresas de fachada do doleiro Alberto Youssef que foram contratadas pela Petrobras. Ainda segundo a PGR, o dinheiro ilícito foi liberado pelo ex-diretor de abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, que tinha o objetivo de obter o apoio político de Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo para se manter no cargo.

O ex-ministro Paulo Bernardo e a senadora Gleisi Hoffman (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil; Jefferson Rudy/Agência Senado)

Gestores da Bahia: O Espanta Gado precisa de investimentos e mais cuidados pra continuar crescendo

Gestores da Bahia: O Espanta Gado precisa de investimentos e mais cuidados pra continuar crescendo


O povoado precisa de infra-estrutura


O Espanta Gado é um povoado novo, em comparação a diversos outros distritos que temos espalhados pelo país e pela Bahia. No entanto, já se passou mais de 50 anos, desde a primeira feirinha que inaugurou os rumos deste pequeno vilarejo, que na verdade era apenas uma fazenda. E o Espanta Gado é um dos povoados que já tentaram virar cidade e que a canalhice de políticos como Lula e Dilma ou ACM, por exemplo, impediram que isso acontecesse. Só que mesmo assim, é um dos povoados que mais crescem, mostrando uma tremenda resistência a crise. O Espanta Gado cresce num ritmo impressionante. Porém o descaso do poder público com o povoado é revoltante. Um projeto ridículo que quadra, que temos no meio do povoado é um grande prova disso!

Entra prefeito e sai prefeito e seus governos se reduzem ou se traduzem em apenas duas coisas: pagar funcionários (o que é importante, mas, já é o óbvio e obrigatório, por isso, independente de quem seja o prefeito) e manter serviços básicos. Isso é muito pouco! Até hoje, nunca surgiu um prefeito inovador em Queimadas, que faça mais com pouco. E não temos dúvida que dá pra fazer muito mais. A prefeitura tem maquinários, tem funcionários e o pouco que sobra dos recursos próprios, dá sim pra fazer muita coisa. Uma outra coisa que vemos nas administrações sucessivas, é cargos e mais cargos dados a apadrinhados, o que só atrapalha, pois são colocados onde sequer precisa, mas, onde precisa, não colocam.

A População se pergunta: o que será feito dessa estrovenga? Quem vai pagar a conta?


O Espanta Gado, está crescendo, mas, não tem o mínimo de infra-estrutura, como redes de esgoto, calçamentos, praças e assim por diante. Ai alguém vai dizer "mas,  até mesmo na sede, falta tudo isso"! Pois é, meus caros leitores, prova vida da inércia e incompetência de todos os administradores que passaram por lá até hoje! Não nos atemos as desculpas ridículas e choradeira da falta de dinheiro, pois 1 milhão de reais, quando bem aplicados, pode sim produzir muitas coisas. Quanto você acha por exemplo, que pode ser feito de esgotos com 1 milhão de reais em tubulações? Pois é, muito!

Não precisamos apenas de prefeitos pra pagar contas e colocar apadrinhados na prefeitura! Precisamos de gestores arrojados, que saibam fazer render os recursos, que faça boas parcerias, que vá a Salvador e Brasília atrás de recursos e não apenas pra passear. Precisamos por exemplo,  que façam redes centrais de esgoto de verdade e não com caninhos de PVC que entope toda hora. E evidentemente, precisamos de vereadores mais atuantes, não apenas, pra bater continência ao prefeito e fazer papel de administrador político, indicado puxa-sacos. Precisamos de vereadores atuantes!

 

Riacho da Onça e Espanta Gado, precisam de infra-estrutura, não apenas da já necessária coleta de lixo, pois isso é algo automático e obrigatório. Os povoados precisam de inovação, novos calçamentos, asfalto, praças novas e estrutura pra crescerem. E não venham com choradeira, pois sabemos que os recursos do município são poucos, mas, sempre sobram algo que possam ser aplicados, desde que geridos com honestidade, capacidade e interesse em produzir bons efeitos!

Acompanhando a rotina de diversos outros municípios, vemos que prefeitos da nossa região, conseguem recursos, apoio político na Assembléia do Estado, no Congresso Nacional. E Queimadas, é centenária, merece maior destaque, mais respeito e mais apoio, é chegada a hora de impor respeito e cobrar por investimentos em nosso município. Se o Governador Rui Costa, vive passeando pela Bahia, só inaugurando pistas, pode muito bem, conseguir recursos pra nosso município. E ficaremos aqui cobrando incansavelmente, já que prefeitura e câmara de vereadores não fazem isso! Ao menos como deveriam...

Redação C7 Notícias.
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