quarta-feira, 31 de maio de 2017

Tragédia com a novinha dona de uma beleza incomum, jovem baiana que morreu vítima de choque elétrico recebe homenagens


Segue o clima de choque, dor e consternação no município de Cândido Sales, no Sudoeste da Bahia com a morte trágica da jovem estudante secundarista Tamires Cardoso, de 16 anos. O acidente ocorreu nesta tarde (30) enquanto ela fazia limpeza de um freezer em sua casa. Conforme novas informações, ela estaria descalça e o aparelho ligado à tomada. Em certo momento, o pano molhado tocou no motor, provocando eletrocussão consistente. Tamires caiu e começou a convulsionar. Ao ver a cena, desesperada, a mãe acionou a SAMU, que chegou rapidamente e a levou para o Hospital, já em parada cardiorrespiratória. Após sucessivas tentativas de reanimação, a estudante foi declarada morta cerca de 40 minutos após o acidente. Nas redes sociais a garota, dona de uma beleza impressionante, recebe centenas de homenagens de amigos e familiares. O corpo foi liberado pelo DPT de Conquista ainda em Cândido Sales e o velório já está em andamento. O sepultamento deve ocorrer na manhã desta quarta-feira (31). (Blog do Marcelo).




Depois de quatro anos, CNJ absolve desembargadores Hirs e Telma Brito


Após um processo de quatro anos, os desembargadores Mário Alberto Hirs e Telma Brito, foram absolvidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A sessão que encerrou o julgamento aconteceu nesta terça-feira (30). "O CNJ fez o que eu esperava. Na verdade, foi um equívoco meu afastamento. O que fica para mim é a violência na forma em que o CNJ tirou um desembargador do cargo. Mas agora todos entenderam que a denúncia era improcedente", afirmou Hirs, em entrevista ao jornal A Tarde. Ele lembra que em 2013, quando presidia o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) foi afastado do cargo. Telma, que presidiu a Corte antes dele, também foi alvo de afastamento. Os dois retornaram ao TJ-BA em 2014, após uma liminar do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF). Hirs e Telma foram alvos de três processos administrativos disciplinares que investigavam o suposto pagamento irregular de R$ 448 milhões em precatórios às empresas Beira Mar Construções e Incorporações Ltda. e a Companhia Brasileira de Terraplenagem e Engenharia Ltda (Cobrate). Na sindicância que culminou no afastamento deles se constatou o pagamento de R$ 170 milhões a mais à Beira Mar e R$ 190 milhões à Cobrate  . “A Corregedoria Nacional era errada, porque manteve à frente Eliana [Calmon], senadora candidata ao plenário. Agora o próprio relator diz que foi erro da corregedoria. Houve uma confusão nesta transmissão. Antes de o afastamento ser anunciado, a notícia já estava na Folha de S. Paulo. Eliana sempre tratava o caso como escabroso, mas agora ela vê que estava errada”, pontuou Telma ao jornal. Na época, a ex-ministra Eliana Calmon considerou que aceitar o retorno dos desembargadores à Corte descreditaria o CNJ.

Dono de trailer de cachorro-quente é suspeito de matar delegado de caso Teori Zavascki

Foto: Reprodução / RBS TV

Um dono de um trailer de cachorro-quente é principal suspeito de matar dois policiais federais durante a madrugada desta quarta-feira (31). Uma das vítimas é o delegado responsável por abrir a investigação do acidente aéreo que causou a morte do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) . Segundo informações do G1, o comerciante trocou tiros com os dois policiais em uma casa de prostituição de Florianópolis. O delegado Ênio de Matos, da Delegacia de Homicídio da cidade, não revelou o motivo da discussão. A briga envolveu o suspeito e os delegados Elias Escobar e Adriano Antonio Soares, delegado chefe da Polícia Federal em Angra dos Reis e responsável pela investigação do acidente aéreo envolvendo Zavascki. O dono do trailer de cachorro-quente foi baleado e precisou ser internado.

TRF-4 mantém condenação de André Vargas na Operação Lava Jato

Foto: Agência Câmara

Os desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região confirmaram nesta quarta-feira, 31, a condenação criminal do ex-deputado federal André Luiz Vargas (PT-PR), do irmão dele Leon Denis Vargas Ilário e do publicitário Ricardo Hoffmann, todos condenados pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba nos autos da Operação Lava Jato. Vargas e os outros acusados foram condenados por corrupção e lavagem de dinheiro. Os magistrados só reduziram um pouco, em seis meses, a sanção aplicada ao ex-deputado - ele havia sido condenado em primeira instância a 14 anos e 4 meses de reclusão e agora ficou com 13 anos, 10 meses e 24 dias. Leon Vargas Ilário também teve a pena reduzida em seis meses e passou de 11 anos e 4 meses para 10 anos e 10 meses. Hoffmann teve a pena aumentada de 12 anos e 10 meses para 13 anos e 10 meses e 24 dias. O julgamento da apelação criminal ocorreu nesta quarta, 31, e o acórdão será publicado nos próximos dias, tendo em vista que houve divergências parciais entre os magistrados. O colegiado é formado pelos desembargadores federais João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Operação Lava Jato no tribunal, Leandro Paulsen, revisor, e Victor Luiz dos Santos Laus. por Luiz Vassallo, Julia Affonso e Ricardo Brandt | Estadão Conteúdo

Ex-executivo da Odebrecht cita visita e compra de terreno do Instituto Lula

Foto: Paula Paiva Paulo / G1

O Ministério Público Federal (MPF) fechou um acordo de leniência com o ex-gerente administrativo e financeiro da Odebrecht, João Alberto Lovera. Segundo informações da revista Veja, a decisão teria partido do ex-presidente da companhia, Marcelo Odebrecht. Lovera afirmou que a empreiteira comprou um terreno para a construção da nova sede do Instituto Lula. Lovera não fazia parte do grupo de 77 executivos que fechou a primeira colaboração, e entrou no pacote do acordo de leniência entre a empreiteira e o MPF. Lovera afirma que visitou o terreno em julho de 2011, acompanhado de Lula, da ex-primeira-dama Marisa Letícia, e do presidente do instituto, Paulo Okamotto. A compra deste local teria sido viabilizada com recursos do Setor de Operações Estruturadas, como era chamado o departamento responsável pela distribuição de propina da empreiteira. “… firmando o compromisso de dizer a verdade, passa a detalhar o que se segue: que no segundo semestre de 2010, teve conhecimento de que houve solicitação de Marcelo Odebrecht a Paulo Ricardo Baqueiro de Melo, para que adquirisse imóvel destinado à construção da futura sede do Instituto Lula”, afirma trecho do termo de adesão de Lovera. O executivo também relata que, em 2010, ele acompanhou Paulo Melo, que era executivo regional da Odebrecht Realizações Imobiliárias e Participações, conhecida como OR), em um encontro com Roberto Teixeira, apontado como advogado do Instituto Lula. Até então, a Odebrecht se manifestou contrária à compra do terreno, devido a pendências judiciárias do local. “…. Algum tempo depois, soube por Paulo Melo que o referido imóvel seria adquirido pela empresa DAG…”, relatou Lovera ao MPF. O local seria passado ao Instituto Lula depois. “… Em julho de 2011, juntamente com Paulo Melo, acompanhou uma visita ao terreno da qual participaram o ex-presidente Lula, bem como sua esposa, Marisa Letícia, Paulo Okamotto….”, disse. “… Algum tempo depois dessa visita, soube que o cliente desistiu da aquisição do terreno….”, completou. Após essa primeira tratativa, Melo teria pesquisado outros imóveis. “Por conta disso, soube que a OR pesquisou uma série de outros imóveis para o Instituto Lula. Que, com relação ao imóvel da Rua Haberbeck Brandão, esse foi posteriormente adquirido pela OR...".

Fachin envia a Sérgio Moro inquérito sobre os 450 milhões de Lula e advogado se desespera

  

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