domingo, 21 de maio de 2017

Elemento Cheirinho peitou a PM e morreu em confronto em Euclides da Cunha


Combate ao crime na Bahia


Velho conhecido da polícia de Euclides da Cunha, o assaltante Alisson Felício Nobre (Cheirinho), foi morto em confronto com Policiais Militares por volta do meio dia deste sábado (20). De acordo com informações, o confronto teria ocorrido no Conjunto Habitacional São Bartolomeu, popularmente conhecido por Casinhas. Cheirinho era acusado da prática de várias crimes em Euclides da Cunha e cidades da região, inclusive segundo a polícia, o mesmo era suspeito de envolvimento na morte do moto-taxista Rogério de Souza da Conceição, no início do mês.


Jovem morre após beber refrigerante, café e energético no mesmo dia: risco é alto


Davis Allen Cripes, um adolescente norte-americano de 16 anos, morreu após ter uma overdose de cafeína causada pela ingestão de três bebidas supercomuns no mesmo dia: refrigerante, café e energético. De acordo com o site da rede de TV NBC, o legista responsável pelo caso, Gary Watts, afirmou, durante uma coletiva de imprensa, que a alta quantidade de cafeína provocou uma arritmia cardíaca e, consequentemente, a morte do rapaz. “Neste dia em particular, nas duas horas anteriores à morte dele, nós sabemos que houve o consumo de um refrigerante diet grande da marca Mountain Dew, um café latte do McDonald’s e também algum tipo de bebida energética”, afirmou Watts. “Estas bebidas podem ser muito perigosas. Eu falo para os amigos e familiares não tomarem”, comenta o legista. Para Watts, este caso não serve para incriminar as marcas das bebidas ingeridas por Davis, mas para conscientizar que grande quantidade de cafeína e a forma como ela é ingerida podem provocar consequências terríveis. Riscos da cafeína: bebidas podem ser perigosas São comprovados os males causados pela cafeína ao corpo, especialmente quando há uma grande ingestão em curto período. Além de efeitos comuns como irritação no estômago e insônia, há o risco de aceleração cardíaca como no caso do jovem norte-americano, vômitos, diarreia e até mesmo desorientação e letargia momentâneas, que é quando o indivíduo perde a capacidade de reagir. Apesar de as três bebidas consumidas pelo adolescente serem ricas em cafeína, o energético parece ter um efeito ainda mais nocivo no organismo. Segundo um estudo publicado pelo Journal of the American Heart Association, 946 ml de uma bebida energética com 320 miligramas de cafeína resultou em mudanças mais profundas na atividade elétrica do coração e na pressão sanguínea do que qualquer outra bebida com a mesma quantidade de cafeína. A dose considerada segura pela U.S. Food and Drug Administration – órgão norte-americano regulamentador – é de até 400 mg de cafeína ao dia (aproximadamente 5 xícaras de café). No entanto, a Associação ressalta que os energéticos frequentemente têm misturas de elementos energéticos, o que pode ser perigoso. Caso de overdose de cafeína Em 2015, no Reino Unido, dois jovens foram internados em estado grave após receberem alta dosagem de cafeína durante um experimento científico na Universidade de Northumbria. Cada um dos rapazes tomou uma quantidade de cafeína equivalente à de 300 xícaras de café devido a um erro de dosagem.

Fatalidade! Médica morre em acidente na Linha Verde após deixar plantão


Litoral Norte da Bahia


A Secretaria de Saúde de Esplanada, no Litoral Norte da Bahia, emitiu no inicio da manhã desta quinta-feira (18), uma nota de pesar pela morte da médica Viviane Vitti. De acordo com informações, Viviane teria perdido o controle de seu veículo no Km 76 da BA-099 na Linha Verde, próximo a Salvador. Segundo a PRE, o veiculo saiu da pista e colidiu frontalmente em uma árvore. Chovia no momento do acidente. Viviane voltava para casa após ter cumprido seus plantões na comunidade de Palame em Esplanada. “É com enorme pesar que a secretaria de saúde e a Prefeitura Municipal de Esplanada comunica o falecimento de uma das nossas servidoras . Médica atuante do pronto atendimento do Palame. Tempos dedicados a cuidar da nossa comunidade e exerceu com louvor a função de priorizar a saúde e o próximo. Drª Viviane Vitti. Hoje nos despedimos de vc aqui na terra mas agradecemos por todo amor plantado em nossa comunidade.” A médica que atendia a comunidade na região da praia tinha apenas 26 anos. blogdorodrigoferraz

Em delação, dono da JBS diz que Temer pediu mensalinho de R$ 100 mil para ex-ministro da Agricultura


Em delação premiada, o dono da JBS, Joesley Batista, afirmou ter recebido um pedido de Michel Temer (PMDB) para pagamento de mensalinho no valor de R$ 100 mil a Wagner Rossi, então ministro da Agricultura. Segundo o empresário, foi Rossi quem o apresentou a Temer em 2010, quando ele ainda era presidente da Câmara dos Deputados. Ainda segundo o delator, em agosto e setembro de 2010, Temer fez outro pedido para pagamento de R$ 240 mil em propina à empresa Ilha Produções, com sede em Ribeirão Preto (SP) e que tem como donos filhos de Wagner Rossi. 


O ex-ministro também é pai do deputado federal Baleia Rossi, atual líder do PMDB na Câmara. Em nota, a assessoria de comunicação da Presidência informou que Michel Temer não solicitou pagamentos a quem quer que seja. Procurado, Wagner Rossi afirmou que o texto da delação não cita que ele tenha participado de reunião para tratar de qualquer ilícito. A Ilha Produções declarou ter prestado serviços ao Grupo JBS e que emitiu notas fiscais pelos trabalhos executados. O conteúdo da delação foi homologado na quinta-feira (18) pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). A homologação pelo STF dá validade jurídica ao acordo e permite, a partir de agora, que a Procuradoria-Geral da República (PGR) peça novas investigações com base nos relatos. Delação Joesley afirmou aos procuradores que conheceu Wagner Rossi em abril ou maio de 2010, quando ele assumiu o Ministério da Agricultura no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o delator, Rossi afirmou que era afilhado político de Temer e operava com ele no Porto de Santos. Nas semanas seguintes, Joesley foi levado ao escritório de Michel Temer, então presidente da Câmara e presidente nacional do PMDB, em São Paulo (SP). “JB e Temer trocaram, então, telefones celulares e passaram a manter relacionamento pautado por interesses comuns”, consta na delação. Joesley relatou que, a pedido de Temer, concordou com o pagamento de uma propina de R$ 240 mil à empresa Ilha Produções em agosto e setembro de 2010. O empresário disse ter se encontrado no mínimo 20 vezes com Temer, e que as reuniões aconteceram também no Palácio do Jaburu, já com o político ocupando o cargo de vice-presidente. De acordo com o empresário, enquanto Wagner Rossi era ministro da Agricultura, Joesley tentou com o auxílio de Temer fazer avançar a ideia de federalizar o sistema de inspeção animal do Brasil. Entretanto, Rossi pediu demissão da pasta em agosto de 2011, após denúncias de irregularidades. Segundo o empresário, após a demissão do ministro, Temer pediu que ele pagasse um mensalinho de R$ 100 mil a Rossi, e outro no valor de R$ 20 mil a Milton Hortolan, que ocupava o cargo de secretário-executivo da pasta. Citados negam envolvimento - Por meio da assessoria, o presidente Temer negou pedido de pagamentos a quem quer que seja. Em nota, Wagner Rossi confirmou que conheceu Joesley Batista no período em que atuou como ministro, e que o empresário demonstrou interesse em conhecer Michel Temer. Sobre as alegações de que teria recebido um mensalinho, Rossi destacou que o texto da delação não afirma que ele tenha participado de reunião para tratar de qualquer ilícito. O ex-ministro afirmou ainda que, após deixar o ministério, recebeu um convite de Joesley para que trabalhasse com ele, o que foi negado porque cumpria quarentena. Entretanto, terminado o prazo legal, Rossi declarou ter atuado por alguns meses em uma das empresas do Grupo JBS. Também em nota, a Ilha Produções informou que produziu, captou e entregou para o Grupo JBS um vasto banco de imagens produzidas. Ainda segundo a produtora, foi feita uma montagem, editada, com imagens e marca do grupo. A empresa declarou que emitiu nota fiscal, e recolheu à Receita Federal os impostos devidos. O ex-secretário Milton Hortolan não foi localizado. Fonte: G1

Em transcrição de áudio da PF, Aécio pede ajuda a Gilmar Mendes sobre lei de abuso de autoridade



A Polícia Federal apresentou registros de uma conversa telefônica entre o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) combinando supostas articulações para a tramiação do projeto de lei que endurece as punições para autoridades que cometem abuso. A gravação foram feitas, segundo a PF, dentro das investigações da Operação Patmos, que tem como foco endereços e pessoas ligadas a Aécio no Rio, em Brasília e em Belo Horizonte.


O projeto foi aprovado pelo Senado Federal no fim da tarde do dia 26 de abril. Na manhã do mesmo dia, a Polícia Federal gravou uma chamada telefônica feita por Aécio Neves para Gilmar Mendes, na qual Aécio pede a ajuda do ministro do STF para convencer o senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA) a acompanhar o voto de Aécio. O objetivo, segundo afirmou Aécio na conversa, é "dar uma satisfação para a bancada".
Leia a nota divulgada na tarde desta sexta-feira (19) pelo ministro Gilmar Mendes: "Desde 2009 o ministro Gilmar Mendes sempre defendeu publicamente o projeto de lei de abuso de autoridade, em palestras, seminários, artigos e entrevistas, não havendo, no áudio revelado, nada de diferente de sua atuação pública. Os encontros e conversas mantidas pelo ministro Gilmar Mendes são públicos e institucionais."
A chamada começou às 9h29 e durou um minuto e 36 segundos. Leia a transcrição completa feita pela Polícia Federal:
  • Aécio Neves: Oi, Gilmar. Alô.
  • Gilmar Mendes: Oi, tudo bem?
  • Aécio: Você sabe um telefone que você poderia dar que me ajudaria na condução lá. Não sei como é sua relação com ele, mas ponderando... Enfim, ao final dizendo que me acompanhe lá, que era importante... Era o Flexa, viu? [Aécio se referia ao senador Flexa Ribeiro]
  • Gilmar: O Flexa, tá bom, eu falo com ele.
  • Aécio: Porque ele é o outro titular da comissão, somos três, sabe?... Né...
  • Gilmar: Tá bom, tá bom. Eu vou falar com ele. Eu falei... Eu falei com o Anastasia e falei com o Tasso... Tasso não é da comissão, mas o Anastasia... O Anastasia disse “Ah, tô tentando... [incompreensível]...” e...
  • Aécio: Dá uma palavrinha com o Flexa... A importância disso e no final dá sinal para ele porque ele não é muito assim... De entender a profundidade da coisa... Fala ó... Acompanha a posição do Aécio porque eu acho que é mais serena. Porque o que a gente pode fazer no limite? Apresenta um destaque para dar uma satisfação para a bancada e vota o texto... Que vota antes, entendeu?
  • Gilmar: Unhum.
  • Aécio: Destaque é destaque é destaque... Depois não vai ter voto, entendeu?
  • Gilmar: Unhum. Unhum.
  • Aécio: Pelo menos vota o texto e dá uma...
  • Gilmar: Unhum.
  • Aécio: Uma satisfação para a ban... Para não parecer que a bancada foi toda ela contrariada, entendeu?
  • Gilmar: Unhum.
  • Aécio: Se pudesse ligar para o Flexa aí e fala...
  • Gilmar: Eu falo pra com ele... E falo com ele... Eu ligo pra ele... Eu ligo pra ele agora.
  • Aécio: ...[incompreensível]... importante
  • Gilmar: Ligo pra ele agora.
  • Aécio: Um abraço.
Logo em seguida, às 9h31, Aécio liga para o senador Flexa Ribeiro e mantém a seguinte conversa, que durou 45 segundos:
  • Aécio Neves: Um amigo nosso em comum que você vai ver quem é... Está tentando te ligar... Aí você atende ele, tá? Um cara importante aí que você vai ver que é.
  • Flexa Ribeiro: Tá bom.
  • Aécio Neves: ...[incompreensível]... no seu gabinete para fazer umas ponderações, aí você encontra comigo, tá bom?
  • Flexa Ribeiro: Tá ok então, um abraço.
  • Aécio Neves: ...[incompreensível]... na CCJ.
  • Flexa Ribeiro: Então tá.

Proposta aprovada

A proposta foi aprovada por 54 votos a 19, sendo que Aécio e Flexa Ribeiro (PSDB/PA), ambos membros titulares do PSDB da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, votaram a favor do texto. Antonio Anastasia (PSDB/MG) é o terceiro tucano titular da Comissão. O texto tinha sido aprovado na CCJ dois dias antes.
O projeto prevê punições previstas no projeto servidores públicos e militares, membros do Poder Legislativo, Judiciário, do Ministério Público e dos tribunais ou conselhos de conta.
O projeto prevê também, como forma de punição, a inabilitação para o exercício de cargo por período de até cinco anos, variando com relação à condenação. Além disso, propõe a perda do cargo, do mandato ou da função pública em caso de reincidência. Leia o texto aprovado na íntegraFonte: G1

Apesar de ameaça de boicote, programa de Ticiana Villas Boas, mulher de Joesley, segue no ar

Joesley Batista e Ticiana Villas Boas (Foto: Reprodução)



O CRIME COMPENSA! O que dizer aos meus filhos agora? A Delação ULTRA-PREMIADA me deu náuseas...   


O programa Duelo de Mães, apresentado por Ticiana Villas Boas, mulher do empresário Joesley Batista, continua no ar, segundo a assessoria do SBT. No próximo sábado (20), irá ao ar o 12° episódio da temporada, que tem no total 16 episódios. "Ticiana Villas Boas é contratada do SBT e seu programa já foi gravado e continuará a ser exibido", informou a assessoria que não informou quando o contrato da apresentadora termina. Atualmente, ela está nos Estados Unidos junto com o marido, que foi autorizado pela Justiça a deixar o país depois de receber supostas ameaças de morte. O SBT também diz desconhecer se há interesse na renovação. Na última quarta-feira (17), o jornal O Globo informou que Joesley e Wesley Batista, donos do frigorífico JBS, revelaram em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que gravaram áudios do presidente Michel Temer supostamente dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que ele foi preso na operação Lava Jato, além de uma outra gravação do senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, pedindo para Joesley R$ 2 milhões. Alguns fãs do programa indagaram nas redes sociais se Duelo das Mães continuaria no ar e anunciaram um boicote prévio. "Tomara que seja demitida. Eu que não assisto mais um programa dessa mulher", disse um seguidor de Ticiana no Instagram. "Não quero mais assistir. Que ódio desse país de merda", comentou outro.


O programa Duelo de Mães, apresentado por Ticiana Villas Boas, mulher do empresário Joesley Batista, continua no ar, segundo a assessoria do SBT. No próximo sábado (20), irá ao ar o 12° episódio da temporada, que tem no total 16 episódios. "Ticiana Villas Boas é contratada do SBT e seu programa já foi gravado e continuará a ser exibido", informou a assessoria que não informou quando o contrato da apresentadora termina. Atualmente, ela está nos Estados Unidos junto com o marido, que foi autorizado pela Justiça a deixar o país depois de receber supostas ameaças de morte. O SBT também diz desconhecer se há interesse na renovação. Na última quarta-feira (17), o jornal O Globo informou que Joesley e Wesley Batista, donos do frigorífico JBS, revelaram em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que gravaram áudios do presidente Michel Temer supostamente dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que ele foi preso na operação Lava Jato, além de uma outra gravação do senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, pedindo para Joesley R$ 2 milhões. Alguns fãs do programa indagaram nas redes sociais se Duelo das Mães continuaria no ar e anunciaram um boicote prévio. "Tomara que seja demitida. Eu que não assisto mais um programa dessa mulher", disse um seguidor de Ticiana no Instagram. "Não quero mais assistir. Que ódio desse país de merda", comentou outro. Fonte: Quem Acontece

Enrascados: Delator diz que Temer recebeu R$ 15 milhões e 'guardou 1 milhão no bolso'

 R$ 15 milhões e 'guardou 1 milhão no bolso'

O presidente Michel Temer teria recebido R$ 15 milhões do Partido dos Trabalhadores para financiar sua campanha à Vice-Presidência, em 2014, mas decidiu "guardar" R$ 1 milhão, segundo afirmou Roberto Saud, diretor da JBS, em depoimento ao Ministério Público Federal. Procurada pelo G1, a assessoria de Temer respondeu: "O presidente não pediu nem recebeu dinheiro ilegal." Os detalhes estão em um vídeo de 23 minutos, que faz parte do material divulgado à imprensa nesta sexta-feira (19) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e baseia um dos inquéritos que apuram atos ilícitos de políticos. Assista ao vídeo na íntegra acima, e veja abaixo os principais pontos do depoimento. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin determinou a abertura de inquérito para investigar Temer, o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) por corrupção passiva, obstrução à Justiça e organização criminosa. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que Temer e o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) agiram "em articulação" para impedir o avanço da Lava Jato.

Josias de Souza/Cresce o risco de Temer se tornar ex-presidente



"Só o Temer e o Kassab" 

 De acordo com Saud, além de Temer, Gilberto Kassab, que deixou o governo Dilma em abril de 2016 e passou a apoiar o impeachment da petista, e hoje é ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, também usou dinheiro de caixa 2 de campanha em proveito próprio. "Eu já vi o cara pegar o dinheiro da campanha e gastar na campanha. Agora, ganhar um dinheiro do PT e guardar pra ele no bolso dele, eu acho muito difícil. Aí, ele e o Kassab fizeram isso. Só o Temer e o Kassab guardaram o dinheiro pra eles usarem de outra forma", afirmou ele. O ministro Kassab informou, via assessoria, que "as apurações em andamento são importantes para o país e devem continuar como determina a legislação." "Com relação às menções a repasses durante o processo eleitoral em 2014, cabe apontar que não houve "negociação do partido" e as doações recebidas foram registradas junto à Justiça Eleitoral. O ministro sempre pautou sua conduta pelo cumprimento à legislação." No depoimento, o delator diz que Temer negociou o valor junto ao PT e que os R$ 15 milhões foram repartidos em diversas frentes: R$ 9 milhões teriam sido pagos em cinco parcelas ao PMDB nacional, como "propina dissimulada em forma de doação oficial"; R$ 3 milhões teriam sido entregues a um intermediário do ex-deputado Eduardo Cunha em um posto de gasolina no Rio de Janeiro; e R$ 2 milhões teriam sido repassados a Duda Mendonça como parte do pagamento pela campanha de Paulo Skaf ao governo de São Paulo. De acordo com Saud, o pagamento a Duda Mendonças foi "simulado como se ele tivesse prestado um serviço" para uma das empresas do Grupo JBS.

Argeplan 

O R$ 1 milhão restante, que Saud afirma ter ficado com Temer, foi, segundo ele, entregue na sede da Argeplan Arquitetura e Engenharia, na Vila Madalena, em São Paulo. A empresa pertence a João Baptista Lima Filho, amigo de Temer, e já foi alvo de investigações da Operação Lava Jato. Segundo Saud, "o Michel Temer fez uma coisa até deselegante. Porque nessa eleição só vi dois caras roubar deles mesmos. Um foi o Kassab, o outro o Temer. O Temer me deu um papelzinho, e falou: "Ó, Ricardo, tem um milhão, que quero que você entregue em dinheiro nesse endereço aqui". O Temer falou isso. Na porta do escritório dele, na calçada. Só eu e ele na rua. Na Praça Panamericana." O diretor da JBS disse que enviou Florisvaldo Caetano de Oliveira, seu funcionário que realizava as entregas de dinheiro a político, até o local, para saber do que se tratava, e descobriu que era a sede da Argeplan. "Até então, eu achava que esse dinheiro seria para o [José] Yunes [advogado e amigo de Michel Temer]." Saud disse ainda que Florisvaldo teria sido recebido pelo próprio Lima Filho, que teria pedido que ele retornasse dias depois e dito que só ele colocaria a "mão nesse dinheiro". A partir do minuto 15", Saud descreve como Florisvaldo estacionou de ré na calçada para entregar o dinheiro, e mostrou fotos da fachada do imóvel, afirmando quem uma câmara de vigilância teria filmado o encontro.

Origem do dinheiro 

O dinheiro teria saído de uma conta que a JBS disse manter com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar a campanha do Partido dos Trabalhadores em 2014. Segundo Saud, a "conta da propina" tinha R$ 300 milhões. No início do vídeo, ele explica que, em meados daquele ano, Guido Mantega teria solicitado a Joesley Batista, dono da JBS, que sacasse R$ 35 milhões para entregar a senadores do PMDB para garantir o apoio de todo o partido à reeleição de Dilma. Perguntado por um procurador para nomear os senadores, o delator respondeu: "Eduardo Braga, Vital do Rêgo, Jader Barbalho, Eunicio Oliveira, Renan Calheiros, e tinha um milhão pra Kátia Abreu, mas esse um milhão a Kátia nunca recebeu, ficou pra eles lá." Saud diz que esse grupo "estava jogando para fazer o Jucá presidente do PMDB nacional, Eunício presidente do Senado, Vital do Rêgo no TCU, Renan líder da bancada."

Reação de Temer 

Saud afirmou que "o PT agiu rápido" para impedir a debandada de senadores peemedebistas para a campanha do rival rival Aécio Neves, candidato do PSDB nas eleições de 2014. No dia 3 de julho de 2014, disse ele, Mantega fez uma solicitação a Joesley para que a JBS distribuísse o dinheiro entre o grupo. O dono da JBS, então, decidiu relatar a história a Michel Temer. De acordo com o delator, Joesley teria dito: "Vamos fazer o seguinte? Isso aqui não tá passando por ninguém, pega esse bilhete e vai lá e conversa com o Temer." A pedido de Joesley, Saud então esteve com Michel Temer em sua residência em São Paulo para assistir ao jogo entre Holanda e Costa Rica pelas quartas-de-final da Copa do Mundo de 2014. O jogo aconteceu no domingo seguinte, dia 5 de julho. De acordo com ele, Temer teria ficado "muito indignado" ao descobrir do esquema dos senadores do PMDB. Ainda segundo o delator, o então vice-presidente teria pedido para que a JBS aguardasse "uma semana" para que ele reassumisse a presidência nacional do partido. Isso aconteceu em 16 de julho de 2014, 11 dias após a suposta conversa. "Poderei ter protagonismo maior de natureza exclusivamente politica e não somente administrativa. Vamos percorrer o país para tentar fazer prevalecer o nosso PMDB", disse Temer na época.

Pedido de financiamento 

Em agosto, Saud afirmou que teria tido novo encontro com o então vice-presidente, e que ele perguntou sobre o financiamento de sua própria campanha com dinheiro da "conta de propina" do PT. "Aí ele [Temer] me perguntou: "tá, e pra mim o que o PT mandou?" Eu falei "ó, Temer, por enquanto não mandaram nada. O senhor vai lá conversar porque não tem nada aqui... Por enquanto não tem nada pro senhor. Acho que o PT tá entendendo que o senhor é vice, o senhor vai arrumar o dinheiro do senhor." Ele falou: "Não, uai. Eu entrei nisso aqui, já trouxe o PMDB inteiro, eles vão ter que me dar o dinheiro pra minha campanha."", relatou Saud. No encontro seguinte, o delator afirma que Temer teria dito que combinou um valor com o PT. "Nós estávamos ali no escritório político dele na Praça Panamericana. Ele me chamou e disse: "Olha, Ricardo, o pessoal do PT vai mandar 15 milhões pra mim. Pra minha campanha. Tá tudo certo?" Eu falei: "Nada, tudo errado. Eles não mandaram nada pro senhor até agora." "Mas não pode, eu tô lá esperando esse dinheiro, não sei o quê, como é que vou fazer com isso?" Eu falei: "Não sei, eu vou conversar com o Joesley, vou pedir ao Joesley pra ver se está sabendo de alguma coisa pro senhor, porque não chegou nada."" Em seguida, Saud diz que, em um encontro com Edinho Silva, prefeito de Araraquara (SP) pelo PT, ele descobriu que o valor que o partido queria destinar à campanha de Temer era de R$ 5 milhões, e disse que o vice-presidente teria definido que a quantia fosse três vezes maior. Edinho, então, prometeu analisar os valores. "Aí veio a ordem para dar os R$ 15 milhões pro Temer. Do PT para o PMDB, para a campanha do Temer", disse Saud. (assista no minuto 9") Depois disso, Saud disse que teve mais um encontro com Temer, dessa vez no escritório da Vice-Presidência em Brasília, onde o atual presidente teria definido como gastaria os R$ 15 milhões.

(Foto: Editoria de Arte/G1)/Fonte: G1

Absurdo! Único sobrevivente de acidente que matou ao menos 3 é executado dentro de ambulância em Ponto Novo


Tarde de terror em Ponto Novo acidentes e execução - é vergonhoso, ver que a prefeitura de Ponto Novo não cancelou as festas...


Um homem que sobreviveu a um acidente de carro que deixou ao menos três mortos, na tarde deste domingo (21), no norte da Bahia, foi executado dentro da ambulância que prestava socorro a ele. O acidente e o crime ocorreram na BR-407, entre as cidades de Filadélfia e Ponto Novo, segundo informações da Polícia Civil da cidade. De acordo com o delegado Felipe Néri, responsável pela Coordenadoria de Polícia Civil de Senhor do Bonfim, o executado estava em um carro que bateu em outro veículo. A Polícia Civil apura a situação, entretanto ninguém foi preso. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que agentes foram encaminhados ao local do acidente, entretanto ainda não há informações sobre o número total de mortos na colisão.



Um acidente envolvendo dois veículos, próximo à localidade de Aroeira – Ponto Novo, teria deixado 4 pessoas mortas, sendo que dentre os mortos há familiares de Cigano. Ainda conforme relatos preliminares, quando o motorista do outro veículo era atendido pelo SAMU, familiares do Cigano o executaram ainda dentro da ambulância. Já já mais detalhes desta tragédia em Ponto Novo. Blog do Netto Maravilha

Lula e Dilma tinham US$ 150 milhões em ‘conta-corrente’ de propina da JBS, diz Joesley




O termo de colaboração 1 do empresário Joesley Batista, do Grupo JBS, descreve o fluxo de duas ‘contas-correntes’ de propina no exterior, cujos beneficiários seriam os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. O empresário informou à Procuradoria-Geral da República que o saldo das duas contas bateu em US$ 150 milhões em 2014. Ele disse que o ex-ministro Guido Mantega (Fazenda/Governos Lula e Dilma) operava as contas.

Josias de Souza/Drama do PT com Lula e Dilma se aprofunda




Joesley revelou que em dezembro de 2009, o BNDES adquiriu de debêntures da JBS, convertidas em ações, no valor de US$ 2 bilhões, ‘para apoio do plano de expansão’ naquele ano.



“O depoente escriturou em favor de Guido Mantega, por conta desse negócio, crédito de US$ 50 milhões e abriu conta no exterior, em nome de offshore que controlava, na qual depositou o valor”, relatou Joesley.



Segundo o empresário, em reunião com Mantega, no final de 2010, o petista pediu a ele ‘que abrisse uma nova conta, que se destinaria a Dilma.



“O depoente perguntou se a conta já existente não seria suficiente para os depósitos dos valores a serem provisionados, ao que Guido respondeu que esta era de Lula, fato que só então passou a ser do conhecimento do depoente”, contou o empresário.



“O depoente indagou se Lula e Dilma sabiam do esquema, e Guido confirmou que sim.”



Joesley declarou que foi feito um financiamento de R$ 2 bilhões, em maio de 2011, para a construção da planta de celulose da Eldorado. O delator disse que Mantega ‘interveio junto a Luciano Coutinho (então presidente do BNDES) para que o negócio saísse’.



“A operação foi realizada após cumpridas as exigências legais”, afirmou Joesley. “Sempre percebeu que os pagamentos de propina não se destinavam a garantir a realização de operações ilegais, mas sim de evitar que se criassem dificuldades injustificadas para a realização de operações legais.”



O empresário declarou que depositou, ‘a pedido de Mantega’, por conta desse negócio, crédito de US$ 30 milhões em nova conta no exterior,



“O depoente, nesse momento, já sabia que esse valor se destinava a Dilma; que os saldos das contas vinculadas a Lula e Dilma eram formados pelos ajustes sucessivos de propina do esquema BNDES e do esquema-gêmeo, que funcionava no âmbito dos fundos Petros e Funcef; que esses saldos somavam, em 2014, cerca de US$ 150 milhões.”



Segundo Joesley, a partir de julho de 2014, Mantega ‘passou a chamar o depoente quase semanalmente ao Ministério da Fazenda, em Brasília, ou na sede do Banco do Brasil em São Paulo, para reuniões a que só estavam presentes os dois, nas quais lhe apresentou múltiplas listas de políticos e partidos políticos que deveriam receber doações de campanha a partir dos saldos das contas’.



Neste trecho de seu depoimento, Joesley cita o partido do Governo Michel Temer. O empresário destacou que o executivo Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais da J&F (controladora da JBS), fazia o contato com partidos e políticos.



“A primeira lista foi apresentada em 4 de julho de 2014 por Guido ao depoente, no gabinete do Ministro da Fazenda no 15º andar da sede do Banco do Brasil em São Paulo, e se destinava a pagamentos para políticos do PMDB; que a interlocução com políticos e partidos políticos para organizar a distribuição de dinheiro coube a Ricardo Saud, Diretor de Relações Institucionais da J&F, exceção feita a duas ocasiões”, relatou.



Joesley disse que em outubro de 2014 no Instituto Lula, encontrou-se com Lula e relatou ao petista que as doações oficiais da JBS já tinham ultrapassado R$ 300 milhões.



“Indagou se ele (Lula) percebia o risco de exposição que isso atraía, com base na premissa implícita de que não havia plataforma ideológica que explicasse tamanho montante; que o ex-presidente olhou nos olhos do depoente, mas nada disse”, contou.



Em outra ocasião, em novembro de 2014, Joesley disse que ‘depois de receber solicitações insistentes para o pagamento de R$ 30 milhões para Fernando Pimentel, governador eleito de Minas Gerais, veiculadas por Edinho Silva (tesoureiro da campanha de Dilma em 2014), e de receber de Guido Mantega a informação de que “isso é com ela”, solicitou audiência com Dilma’.



“Dilma recebeu o depoente no Palácio do Planalto; que o depoente relatou, então, que o governador eleito de MG, Fernando Pimentel, estava solicitando, por intermédio de Edinho Silva, R$ 30 milhões, mas que, atendida essa solicitação, o saldo das duas contas se esgotaria; que Dilma confirmou a necessidade e pediu que o depoente procurasse Pimentel”, narrou aos investigadores.



Joesley afirma que, no mesmo dia, encontrou-se com Pimentel no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, e disse ao petista ‘que havia conversado com Dilma e que ela havia indicado que os 30 milhões deveriam ser pagos’.



“Pimentel orientou o depoente a fazer o pagamento por meio da compra de participação de 3% na empresa que detém a concessão do Estádio Mineirão; que afora essas duas ocasiões, Edinho Silva, então tesoureiro da campanha do PT, encontrava-se, no período da campanha de 2014, semanalmente com Ricardo Saud e apresentava as demandas de distribuição de dinheiro; que Ricardo Saud submetia essas demandas ao depoente, que, depois de verificá-las com Guido Mantega, autorizava o que efetivamente estivesse ajustado com o então ministro da Fazenda.”



COM A PALAVRA, A DEFESA DE LULA



Nota
Verifica-se nos próprios trechos vazados à imprensa que as afirmações de Joesley Batista em relação a Lula não decorrem de qualquer contato com o ex-Presidente, mas sim de supostos diálogos com terceiros, que sequer foram comprovados.



A verdade é que a vida de Lula e de seus familiares foi – ilegalmente – devassada pela Operação Lava Jato. Todos os sigilos – bancário, fiscal e contábil – foram levantados e nenhum valor ilícito foi encontrado, evidenciando que Lula é inocente. Sua inocência também foi confirmada pelo depoimento de mais de uma centena de testemunhas já ouvidas – com o compromisso de dizer a verdade – que jamais confirmaram qualquer acusação contra o ex-Presidente.



A referência ao nome de Lula nesse cenário confirma denúncia já feita pela imprensa de que delações premiadas somente são aceitas pelo Ministério Público se fizerem referência – ainda que frivolamente – ao nome do ex-Presidente.
Fonte: Estadão Conteúdo.

Topou com a Caesa em Morro do Chapéu e tombou! Jovem suspeito de matar namorada derrubado em confronto


PM da Bahia - combatendo a criminalidade


Segundo informações da CAESA, uma guarnição estava em patrulhamento na manhã desta sexta feira (19/05) na Rua Aksacof Ribeiro Bairro da Rodoviária em M. do Chapéu quando o jovem Felipe Ribeiro Teixeira (19) ao avistar a viatura empreendeu fuga e em seguida atirou contra a guarnição que revidou a agressão, vindo o jovem a ser atingido. Ele foi socorrido pelos policiais até a Emergência do Hospital São Vicente de Paulo porém já chegou sem vida a unidade. Segundo informações da polícia Felipe Pança como era conhecido já tinha sido detido outras vezes por porte de drogas e arma, e ele era o principal suspeito de ter sido o autor do tiro que atingiu uma jovem de 17 anos na região do pescoço na última segunda feira, o mesmo era namorado da menina. Com ele foi encontrado um revolver calibre 38. Fonte: Morro Notícias/Com informações da CAESA)


Bahia: Pastor Evangélico que abençoava fiéis é preso após assaltar ônibus em Salvador


Religiões da moda


De acordo com informações da polícia, um homem de identidade não revelada foi preso após realizar assalto a coletivos em Salvador, ele abusava da ‘imagem de evangélico’ e pregava para fieis, mas na verdade praticava roubos. Questionado sobre como será daqui pra frente, o acusado respondeu que “cada um sabe das suas consequências”. Veja a entrevista que foi exibida pelo programa Ronda da Tv Aratu

CAESA recuperada quinze veículos roubados em Barra na Bahia

Foto reprodução

Delegacia Territorial de Xique-Xique


Três guarnições da Companhia Independente de Policiamento Especializado no Semiárido (CIPE/Semiárido) realizaram uma operação de busca a veículos roubados na região de Vereda do Sacão, município de Barra/BA, região do vale do São Francisco. Pelo menos quinze veículos foram recuperados. Segundo nota da CAESA, os veículos, sendo 11 motos e quatro carros (oito Honda Bros, anos 2013, 14 e 15, e duas Honda CG Fan e uma Yamaha Fazer 250), (três caminhonetes D20 e 01 GM/Tracker), possuem queixas de roubo/furto. A operação correu na última terça-feira (16). Os veículos foram apresentados na Delegacia Territorial de Xique-Xique. A polícia orienta os proprietários de veículos que tiverem seus bens furtados ou roubados na Região de Irecê, Xique-Xique, Barra e Buritirama, entrem em contato com a delegacia de Xique-Xique Central Notícias



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