sábado, 4 de fevereiro de 2017

Loira gostosa! Musa no carnaval, Dayse Brucieri vai exibir 106cm de bumbum na avenida


Ela é mãe de dois filhos e assistente de palco de João Kleber.


Dayse Brucieri, assistente de palco de João Kleber, quer abalar o Carnaval do Rio de Janeiro. Ela diz que será semi-destaque do segundo carro da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio e exibirá seu corpo com direito a bumbum de 106cm na Sapucaí. "Sou novidade, loira, linda e louca. Podem esperar mais de mim neste Carnaval do que qualquer outra musa. Afinal, ter um bumbum de 106cm não é para qualquer uma né!?", brinca a loira de 30 anos que é uma blogueira no melhor estilo mamãe fitness. Mãe de Sophya, de 10 anos, e de Chloé, de 2, Dayse Brucieri é dona de um corpo com 106cm de bumbum, 96cm de busto e 65cm de cintura distribuídos por 1,73m de altura e 65kg. "Tem mulher que escolhe ter corpo e não ter filhos para não estragar o corpo. Escolhi os dois: ter um corpo saudável e ser mãe", afirma a loira.




Dayse Brucieri (Fotos: Fabricio Garcia / PressWoman)

A Musa gostosa da Rocinha, Fran Petersen dá dica para bumbum não balançar: laquê

  bumbum não balançar: laquê
A Musa gostosa da Rocinha, Fran Petersen dá dica para bumbum não balançar: laquê

Terror das musas de carnaval, musa dá dica para evitar que o bumbum balance durante o samba.


Se tem uma coisa que é unanimidade entre as musas, madrinhas e rainhas das escolas de samba é o de que não dá para sambar na avaenida sem o bumbum balançar e isso não fica bonito na foto. Na hora de tentar driblar a "falha técnica", a mulherada tem vários truques, como tampar o bumbum, usar uma ou duas meia-calças e pasme, até laquê. É o caso de Fran Petersen, musa da escola carioca Acadêmicos da Rocinha. "Uma dica bacana para quem vai desfilar e quer garantir que o bumbum não balance é fazer o uso do laquê nas pernas e no glúteo. O laquê é um fixador para cabelos que, ao aplicar no corpo, deixa aquele aspecto durinho e disfarça todas as imperfeições,. Eu sou fã do produto e garanto que vou usá-lo para arrasar na avenida.", diz ela. Fran também tem cuidado do corpo, claro. "Estou recorrendo a tratamentos estéticos para garantir que o bumbum não balance na avenida, e claro que sempre conjugados com alimentação adequada e treinos específicos. Este ano meu personal trainer Emerson Souza entrou com estratégias diferentes para meu corpo, faço dois treinos por dia! Um aeróbico pela manhã e um treino a noite e mais um aeróbico pós treino, totalizando 2 horas de treino, de segunda a sábado", conta ela. Ela também investe em tratamentos estéticos. "Faço radiofrequência e drenagem linfática, que são o que eu chamo de toque final, pois irão auxiliar em todo processo de preparação se conjugados com treino, alimentação e descanso. Todos estes passos são importantes para garantir um corpo perfeito, sempre respeitando o limite e o tempo do seu corpo", comenta Fran.


Fran Petersen (Foto: Marcelo Melim / MF Assessoria)

Supremo: Dias Toffoli, o ministro dos amigos suspeitos

 o ministro dos amigos suspeitos
Dias Toffoli diz que não tem relação de intimidade com investigados e nunca recebeu nenhum pedido deles (Carlos Humberto/SCO/STF/VEJA)

A Polícia Federal aponta ligações entre Dias Toffoli e investigados na Operação Lava-Jato; Ministério Público quer o afastamento do magistrado


Reportagem de VEJA desta semana revela o conteúdo do relatório da Polícia Federal sobre a perícia nos telefones dos investigados na Operação Custo Brasil, um dos desdobramentos da Operação Lava Jato. No celular do ex-ministro da Previdência Carlos Gabas, os investigadores encontraram mensagens que mostram as relações entre ele, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e participantes do esquema de corrupção que desviou mais de 100 milhões de reais do Ministério do Planejamento. Com base nessas informações levantadas pela PF, procuradores de São Paulo sugeriram o afastamento de Toffoli do caso no STF. A questão foi remetida ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a quem cabe decidir se segue ou não o entendimento dos colegas paulistas. Não é a primeira vez que o ministro aparece enredado em histórias nas quais seu caminho se cruza com o de amigos investigados. Em maio de 2015, VEJA revelou o teor de um relatório da Polícia Federal sobre mensagens encontradas nos telefones de Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, e um dos artífices do petrolão. Amigos, o ministro e o empreiteiro trocavam presentes — e favores. Reportagem completa na Veja.

Fim da patacoada do Kassab! Ministro do STF manda projeto das Teles retornar ao Senado

 precisa aprofundar em sua análise
Ministro Barroso acata pedido da oposição, mas diz que ainda precisa aprofundar em sua análise

Projeto de lei, que estabelece a entrega às operadoras de 90 bilhões de reais em bens da União, volta ao Senado por decisão de Luís Roberto Barroso


O ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso determinou neste sábado, 4, em decisão liminar, o retorno ao Senado do projeto de lei que estabelece o novo Marco Regulatório das Telecomunicações, pelo qual as operadoras de telefonia poderão ficar com quase R$ 90 bilhões em bens que hoje pertencem à União. A decisão de Barroso tem como base um mandado de segurança apresentado por senadores da oposição. Nele, alegam que a Mesa do Senado não apreciou três recursos em que pedem que o projeto de lei também seja apreciado pelo plenário do Senado. Isso porque a proposta, após passar pela Câmara, foi aprovada no dia 6 de dezembro de 2016 em caráter terminativo apenas pela Comissão Especial do Desenvolvimento do Senado. 

Na ação, também afirmam que o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ainda como presidente do Senado, enviou o texto à sanção presidencial durante o período do recesso no Legislativo. “Defiro parcialmente a medida liminar requerida, para determinar que o Projeto de Lei da Câmara nº 79, de 2016, retorne ao Senado Federal para apreciação formal dos recursos interpostos pelos senadores impetrantes e para que não seja novamente remetido à sanção presidencial, até o julgamento final deste mandado de segurança ou ulterior decisão do relator do feito”, diz trecho da decisão de Barroso. Na decisão, o ministro também lembra do posicionamento da presidente do STF, Cármen Lúcia, durante o recesso no Judiciário, em que ela ressaltou que proposta não poderia ser encaminhada à sanção sem que houvesse ao menos uma decisão por parte da Suprema Corte sobre os recursos da oposição. “Aparentemente, a despeito de ter o presidente do Senado indicado que a matéria não seria resolvida no curso do recesso parlamentar e da manifestação contundente da ministra Cármen Lúcia a esse propósito, o projeto de lei seguiu à sanção presidencial, sem uma decisão formal da autoridade impetrada a respeito da admissibilidade ou não dos recursos interpostos pelos impetrantes”, diz o ministro em trecho do relatório. 

 Barroso ressalta, contudo, que com relação à tramitação da proposta, “ainda” precisa aprofundar em sua análise. “No presente caso concreto, as informações constantes dos autos não permitem, ainda, formar convicção a respeito da observância ou não dessa norma constitucional reguladora do devido processo legislativo”, diz o ministro. A decisão de Barroso ocorre três dias depois de a proposta ter sido enviada à sanção. O texto, atualmente, se encontra em cima da mesa do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Questionado na sexta-feira pelo Estadão sobre os próximos passos da proposta, se ela será devolvida ao Senado; vetada; vetada parcialmente ou sancionada, Padilha respondeu: “Vamos estudá-la e sancionar com vetos ou integralmente. Veremos”. Padilha embarcou napara o Rio Grande do Sul e deve retornar na próxima semana a Brasília, para se reunir com a equipe técnica da Casa Civil para tratar do tema. O prazo para sanção da proposta expira no próximo dia 20 de fevereiro.

Vitória 

Uma das autoras do mandado de segurança, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), comemorou a decisão de Barroso. “É uma vitória e prova que é preciso que continuemos atentos”, disse em vídeo, postado em suas redes sociais. Para a senadora, a decisão de Renan Calheiros foi um “ato ilegal e vergonhoso”. “Esse pessoal que está no poder, que chegou através do golpe, acha que a impunidade está imperando e não respeita absolutamente nada”, completou. Grazziotin afirmou ainda que com a decisão a oposição vai exigir que o projeto não só vá a plenário do Senado, como também passe por todas as comissões temáticas. (com Estadão Conteúdo)

Maldades do Temer e reforma da Previdência: idade mínima de 65 anos ignora desigualdades

 vivem melhor que os brasileiros
Em média, os cidadãos da OCDE vivem melhor que os brasileiros

Países que adotam esse patamar para aposentadoria têm expectativa de vida mais elevada que a brasileira 


Da exposição de motivos da PEC 287 consta um gráfico com a expectativa de vida dos trabalhadores dos países que compõem a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico. A maioria optou pela idade mínima de 65 anos para a aposentadoria, o que foi usado como parâmetro para a reforma brasileira. Há, porém, uma questão: qual a expectativa de vida no Brasil e na maioria dos países da OCDE? A comparação foi feita por Marcelo L. Perrucci, auditor federal da Controladoria-Geral da União. Perrucci elaborou o gráfico publicado nesta página. Enquanto a expectativa de vida média dos países da OCDE, que optaram pela idade mínima de 65 anos de aposentadoria, é de 81,2 anos, no Brasil os cidadãos vivem 75 anos, em média. Perrucci, também presidente do Conselho Fiscal da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo, não parou por aí. Buscou saber qual o tempo de vida saudável após a aposentadoria entre aqui e lá. Quando se perde a visão ou se contraem doenças graves, a aposentadoria, de certa forma, deixa de ser desfrutada. Ao acessar os dados da OMS/ONU, montou outra tabela, que revela uma situação ainda mais desfavorável aos brasileiros. Na média, os trabalhadores dos países da OCDE vivem 6,5 anos com saúde, enquanto, no Brasil, o tempo de aproveitar a aposentadoria, na média, é de apenas seis meses.



A escolha dos 65 anos como idade mínima para a aposentadoria não levou em conta as profundas desigualdades sociais e regionais do Brasil. Dados do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas mostram que em 19 cidades do Nordeste a expectativa de vida não passa de 65 anos. Dados do IBGE mostram uma grande diferença de expectativa de vida dos catarinenses e dos maranhenses: 79 contra 70,6 anos. A respeito, o secretário da Previdência Social, Marcelo Caetano, argumentou: “Ainda que a reforma pudesse diferenciar regiões ou estados, continuaria a haver disparidades, pois a expectativa varia até na mesma cidade, de acordo com o bairro”. Na cidade de São Paulo, diz o secretário, os moradores de bairro Alto de Pinheiros têm expectativa de vida de 79,7 anos, enquanto em Cidade Tiradentes, a média é de 53,9 anos, uma diferença brutal, de nada menos que 25,8 anos. Caetano, em vez de acenar com uma solução para as desigualdades regionais e sociais, contenta-se em apontar situações ainda mais absurdas. por Márcio Bueno/Carta Capital

Entrevista sobre aposentadoria: “O objetivo da reforma da Previdência é privatizar”

 complexo não passa de crueldade"
"Uma ideia única de aposentadoria em um território tão diverso e complexo não passa de crueldade"

Eis o propósito do projeto do governo Temer, afirma a economista Denise Lobato Gentil 


CartaCapital: Por que a alegação do governo de que a Previdência Social é deficitária não se sustenta?
Denise Lobato Gentil: De acordo com os artigos 194 e 195 da Constituição Federal, a Previdência tem receitas que o governo não contabiliza, entre elas a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, a contribuição para o financiamento da Seguridade Social, o PIS-Pasep, as receitas de loterias. O governo não leva em consideração essas receitas e ao mesmo tempo superestima os gastos.
CC: Que motivos levaram o governo a propor esta reforma da Previdência?
DLG: O motivo real é a privatização. É fazer com que os brasileiros, desanimados com o tempo de contribuição dez anos mais elevado, e com a idade de 65 anos para obter apenas 76% do benefício, desistam da Previdência pública e se encaminhem para um plano privado.

CC: É possível a definição de uma idade mínima para todos em um país com desigualdades regionais e sociais tão profundas?
DLG: Uma idade única para um território tão diverso e complexo como o Brasil não passa de crueldade. Pretender estabelecer uma idade de 65 anos para a aposentadoria de um trabalhador rural do Maranhão, que tem uma expectativa de vida de 65 anos, significa dizer que ele não vai viver o suficiente para ter uma aposentadoria. Só vai contribuir, nunca usufruir do benefício.
CC: Qual o impacto nos pequenos municípios?
DLG: Nos 70% dos municípios mais pobres, a receita da Previdência Rural representa, em média, 17% do PIB. Eles têm as suas economias dinamizadas com essas receitas. O próprio Orçamento público municipal depende da Previdência.
A retirada dos benefícios da população rural vai significar a desorganização da produção agrícola familiar. E, provavelmente, vai atingir o abastecimento de alimentos nas cidades, o que pode resultar em elevação de preços.
CC: A PEC 287 é recessiva?
DLG: Sim, é recessiva. Ela vai reduzir a renda, o gasto do governo com aposentadorias e pensões, o que vai diminuir o consumo das famílias, provocar uma queda do PIB e, portanto, menor arrecadação. O corte dos gastos implica mais desajuste fiscal.
CC: O que devem fazer os cidadãos, os trabalhadores?
DLG: Resistir é a única saída. Eles vão passar por um processo de depressão da renda tão violento que não têm escolha. Ou resistem ou vão passar por um processo, principalmente os idosos, de extermínio. 
Fonte: Carta Capital

Direito à Aposentadoria: "É o próprio governo que provoca o déficit da Previdência", alerta economista

  alerta economista
Direito à Aposentadoria: "É o próprio governo que provoca o déficit da Previdência", alerta economista


Ao não cobrar sonegadores e conceder renúncias fiscais, a União alimenta o problema que diz combater, avalia Denise Gentil, da UFRJ


A reforma da Previdência proposta por Michel Temer no fim de 2016 tem como objetivo oculto privatizar o setor. Essa é a avaliação da economista Denise Gentil, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Na avaliação dela, as exigências impostas aos trabalhadores são tão altas e as perspectivas de obter uma boa aposentadoria, com valor integral, foram reduzidas a tal ponto que estimularão a busca por fundos de previdência privada complementar. A economista alerta, ainda, para o esvaziamento da própria Previdência pública, uma vez que, ao não vislumbrar o acesso a um benefício digno ao fim da vida, muitas pessoas podem acabar optando por não contribuir ao longo dos anos. Em entrevista à CartaCapital, a professora explica que a reforma alterará o caráter da Seguridade Social passando a uma visão financeira do setor. Segundo ela, entre janeiro e outubro de 2016, os bancos venderam 21% a mais de planos nos fundos privados. Denise participou do seminário “Em defesa do direito à aposentadoria para todos”, realizado pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e Associação Nacional dos Participantes de Fundo de Pensão (Anapar), em Brasília, na sexta-feira 27, com a presença de centrais sindicais e outras entidades representativas. Confira, abaixo, a íntegra da entrevista: CartaCapital: A reforma da Previdência acabará, de acordo com a senhora, por pressionar o trabalhador a buscar outras alternativas de renda para garantir uma velhice tranquila. Por isso que a reforma induz a uma privatização do setor? Denise Gentil: Quando o governo anuncia uma reforma que vai exigir um tempo maior de contribuição e uma idade maior para a aposentadoria, ele sinaliza ao trabalhador que terá dificuldade para acessar essa aposentadoria e que, portanto, deve procurar uma previdência privada complementar. Essa reforma tem um conteúdo privatizante muito forte. O recado é: Quem não buscar os fundos de previdência complementar pode cair na pobreza. A reforma também tem outro objetivo: achatar os gastos públicos. Ao fazer isso com a Previdência e com a Assistência Social, ela também vai liberar mais recursos para pagar juros. E os grandes proprietários de títulos públicos no Brasil são os mesmos dos fundos de previdência, que são os fundos dos bancos. CC: O governo anunciou a reforma como uma das soluções para a crise econômica, dentro do ajuste fiscal. Qual seria a melhor alternativa? DG: Se a reforma tivesse a ver com ajuste fiscal, o governo tentaria aumentar as receitas da Seguridade Social. Ao invés disso, busca comprimir os gastos. O governo poderia, por exemplo, abrir mão das renúncias fiscais em favor de empresas que não dão nada em contrapartida ou cobrar a dívida dos sonegadores da Previdência.


Ou seja, a União não cobra das empresas sonegadoras e ainda entrega a elas a possibilidade de pagarem menos tributos legalmente. Então, é próprio governo que provoca o déficit. Não é o aumento dos gastos. O governo sabe que tem superávit. Tanto tem que ele faz desonerações tributárias, se dá o luxo de não cobrar sonegadores. CC: Então o déficit é uma falácia? DG: Sim. Em primeiro lugar, porque o déficit foi provocado pelo pagamento de juros, o maior gasto do orçamento do governo. Enquanto o déficit anunciado da Previdência pelo governo é de 149,7 bilhões de reais, o governo entrega ao setor privado algo em torno de 501 bilhões ao ano, ou seja, 8% do PIB. A conta não fecha, principalmente, pelo gasto com a dívida pública. O ajuste fiscal que pretende cortar os gastos da Previdência não vai resolver o problema das contas do governo porque, para isso, é preciso corrigir a política monetária. A verdadeira reforma teria que ser na política monetária e cambial do Brasil, porque é responsável pelo crescimento da dívida pública. A população precisa saber disso. CC: A reforma tramita no Congresso. A senhora acredita que pode haver grandes mudanças na proposta inicial ou não haverá muito debate? DG: O Congresso é muito conservador e favorável à reforma da Previdência, mas ele também é sensível aos apelos da população. Acredito, também, que os parlamentares têm uma boa dose de desconhecimento das suas consequências, porque uma reforma como essa não é favorável ao crescimento econômico. Isso impacta muito a sociedade, inclusive os empresários, porque ela vai reduzir drasticamente o consumo das famílias e isso tem impacto no crescimento do PIB.


Se os congressistas tiverem o devido esclarecimento das consequências dessa reforma, do quanto eles perderão de voto... Os idosos são eleitores, os trabalhadores também. Será que o Congresso vai querer se indispor com a grande massa de eleitores? Precisa ter uma conta muito bem feita sobre o benefício e o custo de ser favorável a uma reforma da Previdência.

CC: A análise do Tribunal de Contas da União sobre as contas apresentadas pelo governo poderá trazer resultados divergentes?DG: A sociedade espera do TCU clareza sobre isso, porque ele também é responsável por avaliar o quanto o governo desvia da Seguridade Social. Ele julga as contas do governo. Se o governo estiver praticando atos ilegais, tem de ser responsabilizado por isso dentro das leis. TCU tem que zelar pela verdade dos relatórios que são entregues pelo governo.
CC: Alguns economistas têm dito que economia brasileira já dá sinais de melhora. A senhora concorda com essa análise?DG: O cenário não é de crescimento. O PIB deve fechar negativo em 4%, essa é a expectativa. O desemprego aumentou, o consumo das famílias caiu e a produção das empresas também. Então, não há porque ter essa expectativa de crescimento diante desse cenário. O governo diz que essas reformas sinalizam para o investidor e o setor produtivo que a economia vai crescer, mas não adianta anunciar ilusões. Ficções não funcionam. Na prática, tem que de haver mercado para as empresas investirem.

por Mariana Haubert/Carta Capital


Risco que vem do céu: Asteroide gigante passará perto da Terra neste domingo

  perto da Terra neste domingo

Perigo vindo do espaço


Um asteroide de 94 metros de diâmetro passará perto da Terra neste domingo (05) segundo informações do Observatório Nacional, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Mas, segundo os especialistas, não há risco de colisão com o nosso planeta. O objeto 2013FK passará a uma distância de 2,7 milhões de quilômetros. O Observatório Nacional vai monitorar a passagem do asteroide por meio de um telescópio instalado em Itacuruba, no interior do Pernambuco, e pretende estudar, com as observações, as propriedades físicas do objeto. O asteroide deste domingo não será o único a passar perto da Terra neste ano. No dia 12 de outubro, outro objeto, menor – com 19 metros de diâmetro – chegará ainda mais perto: 38.400 quilômetros da superfície do planeta. O valor equivale a um décimo da distância entre o nosso planeta e a Lua. Mesmo assim, não há risco de colisão. Antes deste, em 23 de setembro, outro objeto, de 11 metros de diâmetro, se deslocará próximo à Terra, a uma distância de cerca de 153 mil quilômetros. Fonte: Estadão Conteúdo

Bahia: Semifinal do concurso Miss e Mister Mairi

  Miss e Mister Mairi
Bahia: Semifinal do concurso Miss e Mister Mairi

Nesta sexta-feira, 03 de fevereiro de 2017, foi realizada no Espaço Cultural 7 de Setembro, a semifinal do concurso Miss e Mister Mairi. O desfile final, que será realizado no dia 08 de fevereiro, 07 meninos e 11 meninas desfilarão na passarela. No evento, terão atrações nos intervalos. WhatsApp: (075) 99137-5240, falar com Jadson Xavier.







Fonte: Agmar Rios Notícias

Riscos aos rebanhos na Bahia: Suspeita de RAIVA é confirmada no município de Piritiba-BA, veja a orientação da ADAB

  Piritiba-BA, veja a orientação da ADAB
Riscos aos rebanhos na Bahia: Suspeita de RAIVA é confirmada no município de Piritiba-BA, veja a orientação da ADAB


Saúde dos animais


Caso de RAIVA em bovinos foi confirmado no povoado de Areia Branca, no município de Piritiba, pela Agência de Desenvolvimento Agropecuário da Bahia-ADAB, regional de Miguel Calmon, neste sábado (4). Os testes foram feitos após ter ocorrido algumas mortes de bovinos nas cidades de Piritiba, Mundo Novo e Várzea do Poço, com sintomatologia semelhante à raiva. A orientação da ADAB é que todos os produtores vacinem seus animais e, em caso de suspeita, ter cuidado pois é transmissível, e comunicar imediatamente à ADAB para que sejam tomadas as medidas cabíveis. Informações: ADAB/coordenadoria de Miguel Calmon-BA. Fonte: Calmon Noticias

Insegurança: Gasto brasileiro com segurança alcança US$ 91 bilhões e não funciona

Foto: José Cruz / Agência Brasil

Incapacidade do Estado contra o crime


O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) estimou que o custo direto com segurança no país tenha sido de US$ 91 bilhões (R$ 283,5, em valor atual) no ano de 2014, ou 3,78% do Produto Interno Bruto (PIB). O estudo "Os custos do crime e da Violência: novas evidências e constatações" analisa gastos de 17 países e os compara com desenvolvidos. Na comparação com os demais, o Brasil só fica atrás de Honduras (6,51%), El Salvador (6,16%), Bahamas (4,79%) e Jamaica (3,99%). O País gasta mais com segurança privada do que pública, segundo o estudo divulgado ontem. Famílias e empresas brasileiras são responsáveis por 47,9% dos gastos com segurança no País, acima da média da região, enquanto os custos do Estado, com policiamento e prisões, por exemplo, representam 36,1% do total - abaixo da média geral. "No Brasil, as pessoas não acreditam mais na efetividade policial para prevenir crimes e contrata serviços de polícia privada, sistemas de alarme. Isso tem pesado os custos", diz Dino Caprirolo, especialista em segurança do BID. O levantamento ainda destaca que a região abriga 9% da população mundial, mas concentra um terço dos homicídios do mundo.

Supremo investiga Omar Aziz (AM), líder do PSD por corrupção

  líder do PSD por corrupção

R$ 110 milhões do sistema público de saúde


O líder do PSD no Senado, Omar Aziz (AM), tornou-se alvo de inquérito no STF por corrupção passiva, a partir de "elementos de prova" encontrados pela Procuradoria-Geral da República na análise de um suposto esquema de desvio de mais de R$ 110 milhões do sistema público de saúde no Amazonas. A apuração teve origem na Operação Maus Caminhos, da Polícia Federal. Omar disse desconhecer o conteúdo da investigação, mas afirmou estar tranquilo.

Quem é Ives Gandra Filho, o candidato da Fiesp ao STF?

 candidato da Fiesp ao STF?
Quem é Ives Gandra Filho, o candidato da Fiesp ao STF? – Foto: Reprodução

Em artigo de Bernardo Mello Franco o perfil de Yves Gandra Filho, um dos postulantes à vaga do STF deixada pela morte de Teori Zavascki.


A mulher deve obedecer ao marido assim como os filhos devem obedecer aos pais. A legalização do divórcio aumentou o número de filhos desajustados. A união entre pessoas do mesmo sexo é tão imprópria quanto o casamento de um homem com um cavalo. As ideias lembram o século 19, mas foram defendidas por Ives Gandra Filho em artigo publicado em 2012. Presidente do Tribunal Superior do Trabalho e amigo de Michel Temer, ele desponta entre os favoritos para ocupar a vaga de Teori Zavascki no Supremo. O ministro Gilmar Mendes é seu maior cabo eleitoral. Ligado à Opus Dei, Gandra encarna o ultraconservadorismo de toga. No site do TST, ele informa que adotou o celibato por “decisão de Deus”. A crença e as opções do ministro só dizem respeito a ele, mas sua ideia de sociedade interessa a todos – se for alçado ao Supremo, ele decidirá sobre temas que afetam a vida e os direitos de milhões de brasileiros. No texto em que defende a submissão da mulher, Gandra critica decisões da corte que legalizaram a união civil de homossexuais e as pesquisas com células-tronco. Arautos da bancada religiosa no Congresso, como o pastor Marcos Feliciano, aderiram ao lobby por sua nomeação. Os políticos fazem barulho, mas quem mais investe na campanha é o empresariado. O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, lidera a mobilização. Ele me disse que Gandra “é um grande brasileiro e poderá ser um grande ministro do Supremo”. Citado nas delações da Odebrecht, o peemedebista afirma não ter “nenhuma preocupação” com a Lava Jato. Para a associação dos juízes trabalhistas, Gandra virou o candidato da Fiesp porque defende os interesses dos patrões em prejuízo dos trabalhadores. “Ele é um aliado dos empresários na missão de desmontar a CLT”. “Nomeá-lo para o Supremo seria um erro histórico”, afirma o presidente da Anamatra, Germano Siqueira. A assessoria de Gandra diz que ele não quer dar entrevistas. Fonte: Na Folha:

Justiça: IBDFAM emite nota de repúdio a nome de Ives Gandra Filho para STF

  nome de Ives Gandra Filho para STF

O "queridinho de Temer"


Nesta segunda, 30, o Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), maior organização jurídica da área e de repercussão nacional, soltou uma nota contra a indicação de Ives Gandra Filho para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A nota diz respeito ao artigo publicado em 2012 por Ives Gandra Filho e revelado pelo Justificando na última semana, onde ele faz uma série de afirmações sobre submissão da mulher ao marido, compara entre casais homoafetivos e o bestialismo e se posiciona contrário à lei do divórcio. Na nota, o IBDFAM “insurge-se contra as posições reacionárias e conservadoras, adotadas pelo presidente do TST, verdadeiro retrocesso em relação às mulheres, à diversidade sexual e ao próprio conceito de família, que não é outro senão o de sua configuração plural”. “O IBDFAM, veementemente, repudia qualquer discriminação, posições machistas, misóginas, homofóbicas e preconceituosas, que apenas servem para fomentar as disparidades sociais e incitar o ódio. A defesa dos direitos integrais das minorias é prioridade absoluta de qualquer sociedade democrática” – conclui a entidade.

Leia na íntegra 

O Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM, que há quase 20 anos atua na defesa do Direito das Famílias e dos Direitos Humanos, repudia a possível indicação do presidente do TST, Ives Gandra Martins Filho, ao cargo de Ministro do SupremoTribunal Federal – STF. A entidade, com mais de 11 mil associados, insurge-se contra as posições reacionárias e conservadoras, adotadas pelo presidente do TST, verdadeiro retrocesso em relação às mulheres, à diversidade sexual e ao próprio conceito de família, que não é outro senão o de sua configuração plural. Tais posicionamentos assumem caráter grave quando jogam por terra todos os avanços conquistados na área dos Direitos das Famílias e Humanos, ao longo de tantos anos de luta em prol da igualdade. O IBDFAM, veementemente, repudia qualquer discriminação, posições machistas, misóginas, homofóbicas e preconceituosas, que apenas servem para fomentar as disparidades sociais e incitar o ódio. A defesa dos direitos integrais das minorias é prioridade absoluta de qualquer sociedade democrática. O nome disso é equidade e é pelo que o IBDFAM se bate. Nem mais um passo atrás. Esperamos que a indicação do próximo ministro ao STF guarde coerência com as decisões já firmadas pela Corte, notadamente com relação à efetiva igualdade jurídica entre homens e mulheres, entre entidades familiares e entre pessoas, independentemente de sua orientação sexual. Fora disso é o domínio do preconceito e representará uma perda para toda a sociedade. 

Belo Horizonte, 30 de janeiro de 2017 Rodrigo da Cunha Pereira Presidente do IBDFAM

Retrocessos no Brasil: Ives Gandra Filho, artífice de uma reforma trabalhista ao gosto de Temer

  reforma trabalhista ao gosto de Temer
Para Gandra Filho, a Justiça do Trabalho deve ser "menos paternalista" e não entregar de "mão beijada" vultosas indenizações/Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil


O presidente do Tribunal Superior do Trabalho advoga pela terceirização sem limites e pela prevalência do negociado sobre o legislado 


Por Patricia Iglecio/ Edição: Brenno Tardelli Despercebido do público em geral, o retrocesso trabalhista pela via judicial terá o seu ápice a votação da terceirização irrestrita no próxima quarta-feira, 9 de Novembro, pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Para entender como a situação chegou a tal ponto, é necessário compreender uma das principais figuras nesse cenário: o presidente do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho. Abaixo apenas do Supremo, é o TST que decide as maiores controvérsias do ramo do direito do trabalho, por meio de seus vinte e sete ministros que se agrupam em turmas especializadas. Já o CSJT exerce a supervisão administrativa, orçamentária, financeira e patrimonial da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus. Paralelo à rotina de julgamentos pela corte e de suas soluções administrativas, há a atuação do próprio TST enquanto instituição, e, nesse sentido surge a figura de Ives. Presidente da Corte desde 25 de fevereiro, o ministro já naquele momento deu o tom que pretendia no seu mandato, ao fazer o apelo pela flexibilização dos direitos trabalhistas para supostamente beneficiar os próprios trabalhadores. De lá para cá, Ives premiou a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Friboi com a “Ordem de Mérito da Justiça do Trabalho”, defendeu publicamente o negociado sobre o legislado e também a terceirização sem limites. Em entrevista ao jornal O Globo, afirmou que “a justiça trabalhista precisa ser menos paternalista para tirar o País da crise”. Segundo ele, não faz sentido entregar de “mão beijada” indenizações de milhões de reais aos trabalhadores. As palavras do ministro causaram revolta na comunidade jurídica. A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) afirmou que “pontos das convicções esboçadas na entrevista ao O Globo não se identificam com o pensamento majoritário da Magistratura do Trabalho”. A Associação Juízes para a Democracia (AJD) repudiou o conteúdo da fala, afirmando que o tom crítico de Gandra, que pertenceu ao Ministério Público do Trabalho antes de se promover ao TST, sobre indenizações de “mão beijada” não é o mesmo quando o assunto é acidente no trabalho, que faz o País ocupar umas das primeiras colocações no quesito. A irritação da magistratura do trabalho com o atual presidente do TST supera o fato de ele ser porta voz do empresariado para questões internas. Em agosto, o ministro excluiu sem maiores discussões a Anamatra do CSJT, tornando-a uma entidade composta apenas por presidentes de tribunais que pouco dialoga com a primeira instância.

Reflexo negativo para trabalhadores 

As frases do ministro não indicam que a Justiça do Trabalho passará obrigatoriamente a decidir dessa forma, mas são de suma importância para o debate jurídico, uma vez que ele representa como autoridade máxima o próprio TST, os vinte e quatro Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) e as milhares de varas trabalhistas espalhadas pelo País. Ora, se o próprio Presidente do Tribunal Superior do Trabalho fala pela flexibilização dos direitos trabalhistas, quem dos círculos corporativos falará contra? Na terça-feira 1, a Associação Brasileiras dos Advogados Trabalhistas (Abrat) divulgou uma carta aberta ao ministro, cobrando-o justamente de suas posições: “A Justiça do Trabalho e o Direito do Trabalho continuam vítimas de ataques, que são contínuos e permanentes, a indicar que estão sintonizados. E vem por todos os lados. Executivo. Legislativo. Mídia. Todos em orquestra. Agora, de dias para cá, também se vêm atacados pelo próprio Judiciário”. Enquanto presidente do TST, o ministro tem a importância de discutir temas como a PEC 241, que congela os gatos do governo e representa um duro golpe nos direitos sociais da Constituição, justamente quando a própria Justiça do Trabalho tem sofrido cortes em seu orçamento. Apesar dessa situação e da oposição dentro das carreiras, quem está à mesa é Ives, absolutamente favorável à proposta. Em 4 de outubro, Ives pediu ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), a retirada de tramitação da Casa de 32 projetos de interesse da Justiça do Trabalho. As propostas são para a criação de 100 varas da Justiça, contratação de seis mil servidores e de 200 juízes do trabalho. Gandra, mais uma vez, apoia-se no discurso do governo, fazendo sua relação instituição contra o crescimento da Justiça do Trabalho enquanto ela própria enfrenta uma de suas maiores crises orçamentárias. “A Justiça do Trabalho não quer se expandir, mas quer sobreviver e necessita de uma exceção no ajuste fiscal para ter acesso a remuneração dos seus depósitos judiciais. Só assim, ela conseguirá nos próximos anos abrir as suas portas porque sem essa exceção no ajuste fiscal realmente nós não teremos como estar funcionando até o final de 2017”, afirmou. O ministro se refere ao corte, na Lei Orçamentária para 2016, de 30% das verbas de custeio e 90% dos recursos destinados para investimentos no setor foram cortados. Embora seu discurso do “ajuste fiscal” e da “crise econômica” sejam usuais, nesse caso a origem é outra.

Na época da elaboração do projeto orçamentário, Ricardo Barros, então deputado relator e atual ministro da Saúde afirmou porque cortaria a verba da Justiça Trabalhista: “Tenho alergia à Justiça do Trabalho!”. Ao analisar os efeitos da Justiça do Trabalho, Barros curiosamente converge com as opiniões de Ives: “[as regras trabalhistas] estimulam a judicialização dos conflitos trabalhistas, na medida em que são extremamente condescendentes com o trabalhador”. Faltou só falar “de mão beijada”. Às vésperas de seus 75 anos, a Justiça do Trabalho tem em um de seus maiores opositores seu próprio presidente. A gravidade da situação foi exemplificada nas palavras da Juíza do Trabalho, Valdete Souto Severo, em artigo publicado no Justificando: “É mais difícil assimilar o golpe, quando o ataque vem do próprio TST, em discursos e decisões, ou mesmo em eventos organizados para propagar a necessidade de destruí-la por dentro, sob o pretexto de uma falsa modernização, na qual a palavra de ordem é a livre negociação entre as partes e a fragilização das entidades sindicais”.

A terceirização irrestrita entra na pauta do STF na quarta 9 (Lúcio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados)


STF e Ives seguem a mesma cartilha 

Apesar de contar com franca resistência dentro das carreiras trabalhistas, a política institucional e conduta de Ives está em harmonia com as última decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que, segundo o ministro “deram sinalização clara da necessidade de uma maior flexibilidade da legislação trabalhista”. Ives se referiu à decisão do Supremo Tribunal Federal que eliminou a desaposentação e o direito de greve para servidores públicos; este último decidido unicamente com base em argumentos factuais políticos, restou bem explicado na fala do min. Luiz Fux: “Estamos num momento muito difícil e que se avizinha deflagrações de greve e é preciso estabelecer critérios para que nós não permitamos que se possa parar o Brasil”. Assim como o Presidente do TST, o STF adota práticas na exata medida do desejo do Governo Federal. * Artigo publicado originalmente pelo site Justificando.

Gostosa! Geiza Santos conta que já foi confundida com Cláudia Leitte


Participante do reality show 'Casa das Pimentinhas' diz que já tirou foto com fãs que acharam que ela era a cantora.


Participante da primeira edição do reality show "A Casa das Pimentinhas" - atração da revista Sexy - a modelo Geiza Santos mostrou toda sua beleza em um ensaio quente. Nos bastidores, ela contou que já ouviu de várias pessoas que é muito parecida com a cantora Cláudia Leitte. “Me falam isso desde quando ela ainda estava no Babado Novo. Eu nunca vi muita semelhança, mas hoje em dia nem me importo. Já até me passei por ela quando me pararam num shopping pedindo para tirar foto. Como foi tudo muito rápido eu tirei e saí correndo, me diverti”, conta aos risos. “É uma honra ter a beleza dela”. Dona de uma silhueta invejável, a recifense é uma das oito participantes do reality que promete elevar a temperatura na internet. "A Casa das Pimentinhas", inclusive, irá premiar a grande campeã com a capa da edição de abril da revista. Geiza acredita que a semelhança com a cantora é um diferencial entre as outras candidatas, mas conta que não pensa em se tornar cantora e seguir os passos de Claudinha. “Acho ela bem bonita, se falam que pareço para mim é um elogio e tanto, espero que o público que vai acompanhar as nossas aventuras na casa veja isso. Ser a capa de uma revista masculina é um sonho muito antigo, imaginem alguém parecida com a Cláudia Leite totalmente nua?”, provoca ela. “Mas não quero aproveitar isso para me tornar cantora ou coisa do tipo. Não levo nenhum jeito pra isso, a minha praia é fotografar e sensualizar. Cantar pra mim é só no banho”, completa.






Geiza Santos (Fotos: Nelson Miranda / M2 Divulgação)

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